Esta volumosa tapuia é uma entusiasmada
adepta da cultura indígena. Participa da Oficina de Cultura e Idioma Guarani
que os Grupos de Estudos de Igapó, Ocarausú e Rovipitã estão realizando na sala
78 do campus do Instituto Federal do Centro de Natal, nas quarta-feira a tarde
e frequenta os encontros do Grupos
Ocarausupitã no Bar Eletrocana, nas tardes de sexta-feira.
sábado, 13 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Flagrantes da Cultura Indígena.
Murici é a marca desses fogos cuja embalagem não revela a
sua procedência, mas que o termo utilizado para o tipo de artefato, ou seja, “Estalos
de Salão” no lugar de “Chumbinho”, que é a palavra a qual usamos, denuncia uma
origem distante. Já a marca Murici, é um vocábulo comum a todo o país do
Pindorama, pois denomina uma frutinha amarela, miudinha, mas muito saborosa e
por tanto muito apreciada, mesmo com toda dificuldade da coleta desta frutinha tão miúda.
Durante a Guerra de Canutos os Coronel Tamarino proferiu a Ordem do Dia mais exótica de toda historia do Exercito Brasileiro: "em tempo de murici, cada um cuide de si".
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Mova Brasil indígena.
Turma do Mova Brasil de Rio dos Índios. |
As turmas de Tapará e do Rio
dos Índios estão mostrando bons resultados o que já garantiu a existência destas turmas no próximo ano inclusive com ampliação do trabalho em Rio dos Índios.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Flagrantes da Cultura Indígena.
Diego Acanguaçú cy omanõ e
portanto foi preciso lançar mão dos serviços do Pajé, que mora na localidade de
Sitio, em Ceará-mirim, proprietário deste restaurante hoje em questão. Este distinto Senhor
batizou seu estabelecimento comercial usando duas palavras do nosso idioma:
toca = casa e pajé = sacerdote.
Embora o citado indivíduo seja assim conhecido, exerce a função de coveiro no cemitério daquela localidade.
Glossário:
Acanguaçú cy omanõ : a mãe de Cabeça Grande morreu.
Embora o citado indivíduo seja assim conhecido, exerce a função de coveiro no cemitério daquela localidade.
Glossário:
Acanguaçú cy omanõ : a mãe de Cabeça Grande morreu.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
seguem as aulas de guarani no Eletro Cana.

Por motivo do toró que caiu na sexta passada, a aula aconteceu na Serigrafia do Sibanac, agora utilizando a cartilha que nosso grupo está produzindo, com o auxilio do computador, pela internet pelo tal facebuque.
Decoração junina
Os inimigos do Brasil trabalham para destruir as tradições, base da nossa cultura, sustentáculo da unidade de nosso pais que apesar de grande tem uma cultura única, uma proeza para um país tão grande quanto o nosso. Nas praças e transportes coletivos, vemos estes crentes protestantes falando mal de nossas festas populares tais como o carnaval e passam por onde se metem, murmurando contra a fumaça das fogueiras juninas. Porém os verdadeiros brasileiros resistem bravamente ao trabalho nefasto dos traidores integrantes da Quinta Coluna, em alguns casos chega-se até a um certo exagero, como no caso deste ônibus que teve seu interior decorado com bandeirinhas,
Lindo foi este canteiro nesta rotatória no cruzamento da Rua Jaguarari com a Avenida Três. Felizmente tudo passa e o tempo de alienação da Bispa Micarla, com festa pra inaugurar praça de Bríbria já passou e Natal pode novamente se foltar para cultuar a sua própria identidade.
domingo, 7 de julho de 2013
cartilha de tupi em produção acelerada

37 páginas da Cartilha do Idioma Avánhe'e já foram produzidas pelo Grupo de Estudos Indígenas do Igapó e utilizado nas reuniões dos Grupos de Estudos Indígenas da Oficina de Estudo da Cultura e Idioma Guarani que esta acontecendo no Campus do Instituto Federal da Rua Rio Branco, no Bar Eletrocana na Rua Frei Miguelinho e no Amarelão.
Eis aí as ultimas que foram produzidas.
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