Nosso Grupo de Estudos apesar de desfalcado de Acanguaçú e
Gersom Canindé, la estava firme com Aucides Sales, praticando o uso do idioma
guarani com a garotada.
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domingo, 12 de janeiro de 2014
Mais estudantes da UFRN passam pelo Amarelão.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Historia de Caboclos II.
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| Irmã Terezinha Geles |
Zé Honório.
Fizemos grandes amizades no Amarelão: Dedé Barbosa, Pequinho,
Raimundo Louro, Dona Neide, a IrmãTerezinha, Dona Tiquinha e o finado Didi. Seu Honório sempre me escutou
e apoiou minhas iniciativas, porém cabreramente, manda os sobrinhos no seu
lugar. Mais arredio ficou quando resolvemos dar assistência aos Euletérios do
Catú indo então pro Amarelão Jussara Galhardo que infelizmente teve dificuldade
em se relacionar com os homens da comunidade, reforçando a corrente da Irmã
Terezinha que a tempos lhe ofuscava o brilho. Ele tinha grande carisma. Certa vez,
para quebrar a resistência de seus parentes em aceitar a identidade indígena
levei na comunidade o empresário Augusto Maranhão que foi comigo na sua Hilux distribuir
peixe na semana Santa, ato de devoção da família,,, chegamos na casa do
tuixa, naquela caminhoneta preta e logo as frentes das casas se encheram de
Mendonças e com brevidade chegavam mais, porém dali, não se moviam. Logo o velhinho sai pedindo
desculpa pela demora, que estava botando uma camisa,,, sorria satisfeito com nossa presença nos convidou a entrar, ofereceu
café, e logo uma cabeça assoma a porta
sorrateiro: um sobrinho mais chegado aparece e pede-lhe a benção reticente e o
tuixá sorridente lhe pede que chame algumas pessoas, mas as mesma já iam
chegando apreensivas. Porém logo se alegraram por nos reconhecerem como o irmão
da engenheira dos poços e a noticia dos peixes os deixou ainda mais contentes,
porém de forma muito contida, apenas Seu Honório não escondia o largo sorriso. Lá
fora a enorme família dos Barbosa, se acercara do terreiro da casa, porém em
perfeita ordem e silêncio. Os peixes foram distribuídos sem arrelia ou estrupícios.
Na absoluta dignidade.
Porém a que causam grande impacto foi quando afirmamos
que o moço que ali estava era também caboclo e que descendia de uma índia cujo
filho fundou Natal, governou a capitania duas vezes e que enfrentou os franceses
no Maranhão e dai o nome dele ser Augusto Maranhão, como eles sendo Mendonça ou
Barbosa (as duas principais clãs) já se sabe que é caboclo. Sendo o fato
confirmado pelo empresário e, formou-se um leve burburinho de murmurais deles conversando
discretamente... o tuixa nos agradeceu e
finamente fomos a cara de Pequino e a cena se repetiu para uma plateia menor.
Dias depois Pequinhos, companheiro de Didi Barbosa, que
havendo militado com os Sem Terra e conseguido a Assentamento Santa Terezinha
resistia a ideia de ser caboclo, desfalcando o Movimento. Estava sorridente e
vinha acompanhando de outro morubicha da leta ruas sem Terra: era o Raimundo
Lauro. Após os cumprimentos e apresentação Pequinho Barbosa disparou a frase:
se aquele sempre serio não tem vergonha de ser ele, vou ter ? eu sou é caboclo.
sábado, 3 de agosto de 2013
Peteca no IF de João Câmara.
| Jogo de peteca na partida de Natal |
Vários estudantes desta unidade se integraram aos “Natalgua”
entrando na roda para dar a sua petecada, se possível forte, fazendo a peteca
subir muito acima. Por fim deixamos duas petecas com a moçada.
domingo, 23 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Fernando do Amarelão
Este caboclo é um exemplo de competência. Se propôs a substituir um professor de música que a Irmã Terezinha havia trazido para montar um grupo musical no Amarelão. Tomou tão a sério que entrou na UFRN para estudar música e neste dia 21 às 19 horas, realizará seu primeiro recital de violão em João Câmara.
Muito auxiliou muito a Irmã e ao nosso grupo quando trouxemos os potiguares para fortificar o Toré do Amarelão. Me informou do desejo de formar um conjunto musical e de sua felicidade por ter sabido que já esta na conta os recursos para o desenvolvimento do projeto que a Irmã Terezinha encaminhou ao Ministério da Cultura para criação de uma banda de musica no Amarelão, o grande sonho desta incansável defensora dos Mendonsas.
Muito auxiliou muito a Irmã e ao nosso grupo quando trouxemos os potiguares para fortificar o Toré do Amarelão. Me informou do desejo de formar um conjunto musical e de sua felicidade por ter sabido que já esta na conta os recursos para o desenvolvimento do projeto que a Irmã Terezinha encaminhou ao Ministério da Cultura para criação de uma banda de musica no Amarelão, o grande sonho desta incansável defensora dos Mendonsas.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Parentes
Dedé Barbosa.
Pertencente à família Barbosa do Amarelão, do ramo do falecido tuichá José Honório. Dedé é um caboclo disposto. Já trabalhou de segurança, foi presidente da Associação dos Moradores do Assentamento Sta Terezinha, uma " reintegração de posse" das suas terras nas mãos da "Fazenda Outeiro". . Aderiu ao movimento indígena por algum tempo, fazendo visita a comunidade do Catu e recebeu com demais companheiros, parentes do Catu e Rio dos Índios (Ceara-Mirim) e Caboclos de Caraúbas, em agosto de 2004 no Amarelão na casa do caboclo Pequinho.
Pertencente à família Barbosa do Amarelão, do ramo do falecido tuichá José Honório. Dedé é um caboclo disposto. Já trabalhou de segurança, foi presidente da Associação dos Moradores do Assentamento Sta Terezinha, uma " reintegração de posse" das suas terras nas mãos da "Fazenda Outeiro". . Aderiu ao movimento indígena por algum tempo, fazendo visita a comunidade do Catu e recebeu com demais companheiros, parentes do Catu e Rio dos Índios (Ceara-Mirim) e Caboclos de Caraúbas, em agosto de 2004 no Amarelão na casa do caboclo Pequinho.
Por fim, tentou montar uma amplificadora, no assentamento, chegando ainda a funcionar precariamente por algumas vezes. Porém, teve que ser duro com alguns carga-torta que adquiriram hábitos alheios e dessa forma preferiu se ausentar da comunidade e tocar a vida em Natal comerciando com castanha, lide de todo Mendonça.
Aliás, os Mendonsa tem sido visto com outros olhos, desde que ingressou no movimento sem terra e depois no Movimento Indígena. Tinha isso antes? Flautistas Mendonças tocando na missa em João Cmara?
sábado, 13 de outubro de 2012
Encontro de Jovens Indígenas
do Rio Grande do Norte
| Jovens do Amarelão do grupo da dança do toré e militantes do Grupo de Estudos de Igapó os quais montaram este grupo de dança no Amarelão |
Infelizmente o Movimento indígena vem sofrendo interferências de pessoas desarmonizadas com os propósitos dos iniciadores e passam a determinar diretrizes nocivas ao bom andamento das coisas. Este encontro foi planejado com a ausência de boa parte dos militantes e assim carrega equívocos e omissões.
Apresentar o grupo de Açu como de etnia desconhecida é desconhecer a história do Rio Grande do Norte, pois qual outro povo poderia compor as comunidade daquela cidade se não forem os janduis, visto que lá era a capital do reino tarairú? A novidade é grupo dos tapuias da lagoa de Tapará em Macaíba que apresenta sua etnia... quem a definiu? E qual informação se baseou? Qual a participação deste grupo para ter assegurada sua participação no encontro? No entanto o grupo de Rio dos Índios de Ceara Mirim que já recebeu visitas e fez visita ao Amarelão, ficou de fora assim como o de Caraúbas que participou da Conferencia para a Igualdade Racial também não pode participar por não estarem informados.
Uma agressão a nossa cultura são os encontros que vem realizando. Encontro de mulheres, de jovens... por que encontro separados? É necessário encontro das lideranças para determinar diretrizes, em conjunto com os militantes do Movimento Indígena. Estes que estão acontecendo não vejo qual o resultado prático? Estes grupos tem algum preparo para determinar alguma diretriz?
domingo, 30 de setembro de 2012
flagrantes da cultura indigena
Na região do
Mato Grande (João Câmara) o termo “cherimbaba” significa o individuo bajulador
de algum ricaço. É um termo de origem tupi e quer dizer “animal de estimação”. Vem do pronome “meu” (che) e do substantivo mascote (rymbá). Para animal de caça a palavras é “so'o”.
O “rymbá” em
questão é um “paracau”, tipo de papagaio falador. Outro tipo de papagaio é o
“tu’im”, aquele que tem a cabeça amarela, como baixa reputação de falador
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