A FUNAI realizou neste 6 e 7 de novembro mais uma Assembleia Indígena realizada dessa vez na aldeia do Sagi na cidade de Baia Formosa. Nosso perrengue Gersom Canindé lá esteve presente representando nossos grupos de estudos. Compareceram representantes de todos o grupos indígenas do estado.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Seminário sobre o direito indígena.
Aconteceu nos dia 9 e 10 deste mês na sede do IBAMA, na Avenida Alexandrina de Alencar, reunindo representantes de seis comunidades indígenas do Rio Grande do Norte para ouvir de autoridades tais como o Procurador Geral da FUNAI o Sr. Flavio Azevedo esclarecimento sobre os direitos indígenas e o sobre o andamento de alguns processos . Estavam presentes representantes do potiguaras da Paraiba. O evento é realizado pelo MOTYRU, entidade formada por estudantes da UFRN, e pela FUNAI.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Os Canelas de Ferro.
Vão à Rio dos Indíos.
O tuixá dos caboclos
Canelas de Ferro da Lagoa do Sapo, Seu Antônio Cabeludo também foi abordado pela patrulha dos nossos Grupos
de Estudos e nos informou sobre a questão judicial que trava pela posse da
terra na qual vivem e que lhes foi doada
por um padre o que seu Cabeludo prestou serviços por muitos anos.
O tuxá Canela de Ferro afirmou que se faria presente na
reunião com o Coordenador da CTL da FUNAI no dia 24 deste nos em Rio dos Índios, “para representar seu
povo, e defender os seus interesses” afirmou.
Infelizmente o contato com a FUNAI não foi concluído e a reunião ainda não se realizou.
sábado, 11 de maio de 2013
Flagrantes da Cultura Indígena.
A despeito da Imprensa
Nacional noticiar todo dia do índio, que os dois únicos estado onde os índios foram
dizimados, são Piauí e Rio Grande do Norte. Sabemos que Extremoz, S.J. de Mipibú,
Vila Flor, Portalegre, Açú e Caraúbas, são cidades fundadas por população indígenas
no século XVIII, ou seja depois da
Guerra dos Bárbaros quando nascem as cincos primeiras vilas do nosso
estado, todos de populações formados de índios
aliados ou índios revoltados que fizeram acordo de Paz, recebendo assim terras
e gado.
Como reforço a esta prova,
podemos citar o fato de estar a FUNAI instalada aqui no Rio Grade do Norte à
cerca de três anos. Prova real, mas muitos silenciosa. Porém uma prova muito
barulhenta aconteceu na manhã desta sexta-feira passada, dia 26 de Abril. Indígenas,
militantes e simpatizante do Movimento Indígena do Rio Grande marcharam da Praça
Cívica, para o Centro de Natal, fazendo duas paradas estratégicas, uma no IBGE
e a outra na Procuradoria de Justiça do Estado onde foram recebidos as suas
lideranças que apresentaram suas petições.
Estes indígenas reunidos à
dois dias em Ponta Negra, discutiam estratégias de ação e a eleição de representantes
estaduais da APOINE (Associação dos Povos Indígenas do Nordeste).
terça-feira, 5 de março de 2013
Motyrum Taparápe.
Francisca Bezerra , uma
destacada tapuia de Tapará nos informou que cerca de 30 famílias compõem a comunidade e que alguns problemas afligem a comunidade como o fato de uma construtora que anda a fazer escavações de poços artesianos que vem prejudicando a dita comunidade além do acesso à lagoa de Tapará que um potentado local achou de impedir. Em reunião posterior, com a presença de representantes da FUNAI e APOINE foram traçadas estrategias para enfrentar tais situações e para isso foi contactado o CRDH.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
primeira reunião na sede da CTL da FUNAI
Aconteceu neste 25 de fevereiro, a primeira reunião na nova
sede da CTL da FUNAI, reunindo lideranças com um militante e o Coordenador da
dita CTL. A pauta da reunião composta de vários pontos tinha como o principal a
avaliação dos resultados negativos para o Movimento Indígena do RN, das rusgas
surgidas em meados do ano passado entre militantes e lideranças. Os motivos das
divergências foram expostos e devidamente discutidos e assim esclarecidas as
dúvidas e para a felicidade da nossa nação, chegou-se a um consenso sobre os
pontos conflitantes e restabelecido o clima de cordialidade que sempre no nosso
Movimento.
A FUNAI, estabelecida em nosso estado desde
2009, ocupava um sala da sede o IBAMA, mas agora dispõe de uma casa localizada
atrás do prédio da Federação das
Indústrias no bairro de Lagoa Nova.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Parentes
Vimos a parti de 2005, muita
gente parda se dizendo afro descendente movida por facilidades oferecidas aos
chamados “quilombolas”, fato novo gerado pela criação da Secretaria Especial da
Igualdade Racial, nascida sob pressão do Movimento Negro que se apossou desta
secretaria priorizando as africanos e preterindo índios e ciganos.
O tempo passou e mostrou a
fragilidade dos índios diante das ações e manobras dos poderosos fazendeiros
com sua “bancada ruralista” e capangas impunes, matando os “tuixás” das tribos
menos aguerridas. Das investidas dos garimpeiros, posseiros, construtoras, e do
próprio governo federal (vide Belo Monte) sobre suas terras. Dessa maneira, o
movimento Indígena Norte Rio Grandense obteve magistral vitória sendo
contemplado com projeto do Banco Mundial que esta canalizado para a secretaria
Estadual de Planejamento, recursos para investimento que contemplam
grandemente, nossos povos indígenas, tapuias e tupis, hoje emergentes, com
cinco grupos já reconhecidos pela FUNAI que mantém desde ano passado, uma
coordenadoria de trabalho Local, subordinada Coordenadoria Regional sediada
em Fortaleza.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Galeria tapuia
Francisca Bezerra de taparã.
Cripóva te professora da Escola Pedro Gomes, em Macaíba e funcionária do Sindicato dos Funcionários Municipais, desta mesma cidade. Esta integrada
ao Movimento Indígena. Participou dos últimos encontros indígenas que aconteceram nas cidades de Açu e João Câmara,
os quais foram organizados pela FUNAI.
É integrante do grupo de tapuias da Lagoa do Tapará, localidade situada na divisa de São Gonçalo e Macaíba
É integrante do grupo de tapuias da Lagoa do Tapará, localidade situada na divisa de São Gonçalo e Macaíba
*CRIPÓ VA TE = essa mulher é.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Unir / Dividir.
Os que da esquerda, gritam: o povo, unido jamais
será vencido! Os da direita sussurram misteriosos: “dividir para reinar”.
E claro que o governo brasileiro dominado pelos eurodescendentes,
age dividindo os povos indígenas, em gênero e idade como faz com toda população
brasileira, dividida ainda por raça, origem e classe social. Para nós, cabe nos
defendemos nos esquivando destas arapucas dos parentes dos fazendeiros.
Para mostrar esta divisão e a sua utilização em nosso
estado, vejamos estes encontros de mulheres e jovens indígenas, que a FUNAI
realizou este ano, em Açu e em João Câmara. Se a liderança nova do Amarelão afirma ser estas reuniões por faixa etária e gênero, uma demanda das
comunidades, é de se duvidar da veracidade dessa escolha, pois é senso comum: caboclo quando se desloca carrega tudo, mulher, velhos, menino, cachorro, papagaio
Confirmando o raciocínio, observe no Documento Final da 1º
AMIRN (Assembléia das Mulheres Indígenas), onde dos inúmeros “encaminhamentos” (p6/p8) apenas dois se referem a mulher e dois outros vagamente se relaciona com atividade exclusivamente feminina;
Fica o questionamento: se as propostas exclusivas de cada grupo são raras nestes encontros, por que excluir a participação dos demais grupos das comunidades neles?
Fica o questionamento: se as propostas exclusivas de cada grupo são raras nestes encontros, por que excluir a participação dos demais grupos das comunidades neles?
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Xiurinja / mu / amigáçu.
Irmã Terezinha.
Os caboclos do Amarelão tem gratidão a esta heroína, e deu o seu nome ao Assentamento Santa Terezinha, a primeira conquista na retomada de suas
terras, esbulhados pelos fazendeiros em torno de 1930. Com a morte do patriarca
José Honório Barbosa, ocorrida em 2011, surge novas lideranças, e o Movimento
Indígena, cria casas e nomes novos; “Mutirão Ca’açú” é a oficina de artesanato,
formando um grupo que se esforça para
tomar a frente, deixando de lado o grupo inicial.
A Irmã Terezinha, tem se queixado de não participar dos
eventos por não receber informações da FUNAI, pois estas são remetidos geralmente
ao novo grupo, infelizmente os outros grupos da comunidade não recebem tais
informações, não sabemos os motivos, porem é o fato, fica a queixar.
sábado, 13 de outubro de 2012
Encontro de Jovens Indígenas
do Rio Grande do Norte
| Jovens do Amarelão do grupo da dança do toré e militantes do Grupo de Estudos de Igapó os quais montaram este grupo de dança no Amarelão |
Infelizmente o Movimento indígena vem sofrendo interferências de pessoas desarmonizadas com os propósitos dos iniciadores e passam a determinar diretrizes nocivas ao bom andamento das coisas. Este encontro foi planejado com a ausência de boa parte dos militantes e assim carrega equívocos e omissões.
Apresentar o grupo de Açu como de etnia desconhecida é desconhecer a história do Rio Grande do Norte, pois qual outro povo poderia compor as comunidade daquela cidade se não forem os janduis, visto que lá era a capital do reino tarairú? A novidade é grupo dos tapuias da lagoa de Tapará em Macaíba que apresenta sua etnia... quem a definiu? E qual informação se baseou? Qual a participação deste grupo para ter assegurada sua participação no encontro? No entanto o grupo de Rio dos Índios de Ceara Mirim que já recebeu visitas e fez visita ao Amarelão, ficou de fora assim como o de Caraúbas que participou da Conferencia para a Igualdade Racial também não pode participar por não estarem informados.
Uma agressão a nossa cultura são os encontros que vem realizando. Encontro de mulheres, de jovens... por que encontro separados? É necessário encontro das lideranças para determinar diretrizes, em conjunto com os militantes do Movimento Indígena. Estes que estão acontecendo não vejo qual o resultado prático? Estes grupos tem algum preparo para determinar alguma diretriz?
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Parentes.
| Xiurinja Ivam Pinheiro, morubixá Adriano Janduí e Aucides Sales. |
Adriano jandui.
Waci xiurinja Ivam Pinheiro, nos levou até a localidade de Caboclos, a 36 km da cidade de Açú, no do Rio Grande do Norte. Aproximadamente
15 famílias vivem no lugarejo em casas novas construídas através de projeto
governamental. Os moradores são tapuios da tribo do lendário Chefe Drarug (ou Janduí) e tem uma associação cujo vice-presidente, na ausência do Presidente,
nos recebeu.
Tainí naro té (seu nome é) Adriano Janduis e é um guardião da cultura
do seu povo, havendo se chegado de pronto, aos apelos da antropóloga do grupo
Paraupaba, Jussara Galhardo, para participar do Movimento Indígena que se
organizava mode cobrar da FUNAI o reconhecimento dos grupos indígenas de nosso
estado, o que foi obtido em 2009.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Baía da Traição Morubixá Guaçú Pysaisú
Sandro Potiguara é o novo Cacique Geral da Terra Indígena da Baía da Traição, na nossa fronteira com a Paraiba. Seu antecessor foi Josafá Tatamirim, graduado em Pedagogia e Direito. Josafá acumulava as funções de Coordenador do posto da FUNAI e Cacique Geral.
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