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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Assembléia Indígena no Sagi


  
Momento único a ser compartilhado, juntos vcs são fortes e vencedores, a III AIRN foi a prova que a União faz a força, parabéns lideranças do RN! @[100003604457055:2048:Tayse Campos], @[100000551498518:2048:Luiz Katu], @[100003622367522:2048:Valda Maria Arcanjo Da Silva Arcanjo], Manoelzinho,  Adriano Lopes, e Francisca e Iolanda Potiguara/PB, admiro e tenho imenso respeito por vcs!
A FUNAI realizou neste 6 e 7 de novembro mais uma Assembleia Indígena realizada dessa vez na aldeia do Sagi na cidade de Baia Formosa. Nosso perrengue Gersom Canindé lá esteve presente representando nossos grupos de estudos. Compareceram representantes de todos o grupos indígenas do estado.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Seminário sobre o direito indígena.


Aconteceu nos  dia 9 e 10 deste mês na sede do IBAMA, na Avenida Alexandrina de Alencar, reunindo representantes de seis comunidades indígenas do Rio Grande do Norte para ouvir de autoridades tais como o Procurador Geral da FUNAI o Sr. Flavio Azevedo esclarecimento sobre os direitos indígenas e o sobre o andamento de alguns processos . Estavam presentes representantes do potiguaras da Paraiba. O evento é realizado pelo MOTYRU, entidade formada por estudantes da UFRN, e pela FUNAI.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Os Canelas de Ferro.

Vão à Rio dos Indíos.
casa de um Canela de Ferro decorada com o motivo da malha da
cobra cascavel.
   O tuixá dos caboclos Canelas de Ferro da Lagoa do Sapo, Seu Antônio Cabeludo também  foi abordado pela patrulha dos nossos Grupos de Estudos e nos informou sobre a questão judicial que trava pela posse da terra na qual  vivem e que lhes foi doada por um padre o que seu Cabeludo prestou serviços por muitos anos.
   O tuxá Canela de Ferro afirmou que se faria presente na reunião com o Coordenador da CTL da FUNAI no dia 24 deste nos em Rio dos Índios, “para representar seu povo, e defender os seus interesses” afirmou. 
Infelizmente o contato com a FUNAI não foi concluído e a reunião ainda não se realizou.

sábado, 11 de maio de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.


Índios? Presente!!
  A despeito da Imprensa Nacional noticiar todo dia do índio, que os dois únicos estado onde os índios foram dizimados, são Piauí e Rio Grande do Norte. Sabemos que Extremoz, S.J. de Mipibú, Vila Flor, Portalegre, Açú e Caraúbas, são cidades fundadas por população indígenas no século XVIII, ou seja depois  da Guerra dos Bárbaros quando nascem as cincos primeiras vilas do nosso estado, todos de populações formados  de índios aliados ou índios revoltados que fizeram acordo de Paz, recebendo assim terras e gado.
  Como reforço a esta prova, podemos citar o fato de estar a FUNAI instalada aqui no Rio Grade do Norte à cerca de três anos. Prova real, mas muitos silenciosa. Porém uma prova muito barulhenta aconteceu na manhã desta sexta-feira passada, dia 26 de Abril. Indígenas, militantes e simpatizante do Movimento Indígena do Rio Grande marcharam da Praça Cívica, para o Centro de Natal, fazendo duas paradas estratégicas, uma no IBGE e a outra na Procuradoria de Justiça do Estado onde foram recebidos as suas lideranças que apresentaram suas petições.
   Estes indígenas reunidos à dois dias em Ponta Negra, discutiam estratégias de ação e a eleição de representantes estaduais da APOINE (Associação dos Povos Indígenas do Nordeste).

terça-feira, 5 de março de 2013

Motyrum Taparápe.



    Aucides Jurupari e Diego Acanguasú foram à Lagoa de Tapará no município de São Gonçalo do Amarante para conhecerem a comunidade dos Tapuios de Tapará e traçar planos de ação. Além dos caboclos citados os acompanhou o caboclo Locha, estudioso da cultura indígena dos idos de 80, poeta, animador cultural, artista plástico e publicitário que exerceu cargo público na Prefeitura de São Gonçalo.
   Francisca Bezerra , uma destacada tapuia de Tapará nos informou que cerca de 30 famílias compõem a comunidade e que alguns problemas afligem a comunidade como o fato de uma construtora que anda a fazer escavações de poços artesianos que vem prejudicando a dita comunidade além do acesso à lagoa de Tapará que um potentado local achou de impedir. Em reunião posterior, com a presença de representantes da FUNAI  e APOINE foram traçadas estrategias para enfrentar tais situações e para isso foi contactado o CRDH.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

primeira reunião na sede da CTL da FUNAI


   Aconteceu neste 25 de fevereiro, a primeira reunião na nova sede da CTL da FUNAI, reunindo lideranças com um militante e o Coordenador da dita CTL. A pauta da reunião composta de vários pontos tinha como o principal a avaliação dos resultados negativos para o Movimento Indígena do RN, das rusgas surgidas em meados do ano passado entre militantes e lideranças. Os motivos das divergências foram expostos e devidamente discutidos e assim esclarecidas as dúvidas e para a felicidade da nossa nação, chegou-se a um consenso sobre os pontos conflitantes e restabelecido o clima de cordialidade que sempre no nosso Movimento.
   A  FUNAI, estabelecida em nosso estado desde 2009, ocupava um sala da sede o IBAMA, mas agora dispõe de uma casa localizada atrás do prédio  da Federação das Indústrias no bairro de Lagoa Nova.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Parentes



Martinho Andrade Coordenador  da CTE da FUNAI.
Pirapirê etá avá xupé*
  Vimos a parti de 2005, muita gente parda se dizendo afro descendente movida por facilidades oferecidas aos chamados “quilombolas”, fato novo gerado pela criação da Secretaria Especial da Igualdade Racial, nascida sob pressão do Movimento Negro que se apossou desta secretaria priorizando as africanos e preterindo índios e ciganos.
  O tempo passou e mostrou a fragilidade dos índios diante das ações e manobras dos poderosos fazendeiros com sua “bancada ruralista” e capangas impunes, matando os “tuixás” das tribos menos aguerridas. Das investidas dos garimpeiros, posseiros, construtoras, e do próprio governo federal (vide Belo Monte) sobre suas terras. Dessa maneira, o movimento Indígena Norte Rio Grandense obteve magistral vitória sendo contemplado com projeto do Banco Mundial que esta canalizado para a secretaria Estadual de Planejamento, recursos para investimento que contemplam grandemente, nossos povos indígenas, tapuias e tupis, hoje emergentes, com cinco grupos já reconhecidos pela FUNAI que mantém desde ano passado, uma coordenadoria de trabalho Local, subordinada Coordenadoria  Regional sediada em Fortaleza.

pirapirê etá = muito dinheiro.
WWW.OFICINAEMCENA.COM.BR

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Galeria tapuia


Francisca Bezerra de taparã.
  Cripóva te professora da Escola Pedro Gomes, em Macaíba e funcionária do Sindicato dos Funcionários Municipais, desta mesma cidade. Esta integrada ao Movimento Indígena. Participou dos últimos encontros indígenas que aconteceram nas cidades de Açu e João Câmara, os quais foram organizados pela FUNAI.
   É integrante do grupo de tapuias da Lagoa do Tapará, localidade situada na divisa de São Gonçalo e Macaíba

*CRIPÓ VA TE = essa mulher é.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Unir / Dividir.


    Os que da esquerda, gritam: o povo, unido jamais será vencido! Os da direita sussurram misteriosos: “dividir para reinar”.
   E claro que o governo brasileiro dominado pelos eurodescendentes, age dividindo os povos indígenas, em gênero e idade como faz com toda população brasileira, dividida ainda por raça, origem e classe social. Para nós, cabe nos defendemos nos esquivando destas arapucas dos parentes dos fazendeiros.
    Para mostrar esta divisão e a sua utilização em nosso estado, vejamos estes encontros de mulheres e jovens indígenas, que a FUNAI realizou este ano, em Açu e em João Câmara. Se a liderança nova do Amarelão afirma ser estas reuniões por faixa etária e gênero, uma demanda das comunidades, é de se duvidar da veracidade dessa escolha, pois é senso comum: caboclo quando se desloca carrega tudo, mulher, velhos, menino, cachorro, papagaio 
   Confirmando o raciocínio, observe no Documento Final da 1º AMIRN (Assembléia das Mulheres Indígenas), onde dos inúmeros “encaminhamentos” (p6/p8) apenas dois se referem a mulher e dois outros vagamente se relaciona com atividade exclusivamente feminina;
   Fica o questionamento: se as propostas exclusivas de cada grupo são raras nestes encontros, por que excluir a participação dos demais grupos das comunidades neles?

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Xiurinja / mu / amigáçu.


Irmã Terezinha.

   Os caboclos do Amarelão tem gratidão a esta heroína, e deu o seu nome ao Assentamento Santa Terezinha, a primeira conquista na retomada de suas terras, esbulhados pelos fazendeiros em torno de 1930.                    Com a morte do patriarca José Honório Barbosa, ocorrida em 2011, surge novas lideranças, e o Movimento Indígena, cria casas e nomes novos; “Mutirão Ca’açú” é a oficina de artesanato, formando um grupo  que se esforça para tomar a frente, deixando de lado o grupo inicial.
    A Irmã Terezinha, tem se queixado de não participar dos eventos por não receber informações da FUNAI, pois estas são remetidos geralmente ao novo grupo, infelizmente os outros grupos da comunidade não recebem tais informações, não sabemos os motivos, porem é o fato, fica a queixar.

sábado, 13 de outubro de 2012

Encontro de Jovens Indígenas 
do Rio Grande do Norte
Jovens do Amarelão do grupo da dança do toré e militantes do Grupo de Estudos de Igapó
os quais montaram este grupo de dança no Amarelão 
    Vai acontecer em João Câmara nos dias 18 e 19 próximos, um Encontro de Jovens Indígenas do Rio Grande do Norte.promovido pela FUNAI. O encontro vai reunir jovens dos grupos indígenas de nosso estado que foram reconhecidos por esta fundação.
   Infelizmente o Movimento indígena vem sofrendo interferências de pessoas desarmonizadas  com os propósitos dos iniciadores e passam a determinar diretrizes nocivas ao bom andamento das coisas. Este encontro foi planejado com a ausência de boa parte dos militantes e assim carrega equívocos e omissões. 
    Apresentar o grupo de Açu como de etnia desconhecida é desconhecer a história do Rio Grande do Norte, pois qual outro povo poderia compor as comunidade daquela cidade se não forem os janduis, visto que lá era a capital do reino tarairú? A novidade é grupo dos tapuias da lagoa de Tapará em Macaíba que apresenta sua etnia... quem a definiu? E qual informação se baseou? Qual a participação deste grupo para ter assegurada sua participação no encontro? No entanto o grupo de Rio dos Índios de Ceara Mirim que já recebeu visitas e fez visita ao Amarelão, ficou de fora assim como o de Caraúbas que participou da Conferencia para a Igualdade Racial também não pode participar por não estarem informados.
    Uma agressão a nossa cultura são os encontros que vem realizando. Encontro de mulheres, de jovens... por que encontro separados? É necessário encontro das lideranças para determinar diretrizes, em conjunto com os militantes do Movimento Indígena. Estes que estão acontecendo não vejo qual o resultado prático? Estes grupos tem algum preparo para determinar alguma diretriz?
    O que as comunidades precisam no momento é fortificar a identidade e a cultura indígena, pois como diz Fan Tsu, é preciso ganhar a guerra primeiro dentro de casa, coisa que não está acontecendo, pois não vejo nas comunidade a integração do grosso da caboclada no movimento, o que vem ocorrendo é a mobilização de grupos de familiares que se apoderam dos benefícios que vão aos pouco chegando nestas comunidades trazidos pelo Movimento e pessoas que deram inicio nas atividades como o caso da Irmã Terezinha do Amarelão que tem ficado de fora por estar sendo escanteada por um noco grupo que tomou a frente do movimento no Amarelão, Atitudes como esta é que enfraquece o movimento, pois afasta as pessoas bem intencionadas abrindo espaça para os oportunistas que vivem a espreita de oportunidades para obterem lucros pessoais.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Parentes.

Xiurinja Ivam Pinheiro, morubixá Adriano Janduí e Aucides Sales.

       Adriano jandui.
     Waci xiurinja Ivam Pinheiro, nos levou até a localidade de Caboclos, a 36 km da cidade de Açú, no do Rio Grande do Norte. Aproximadamente 15 famílias vivem no lugarejo em casas novas construídas através de projeto governamental. Os moradores são tapuios da tribo do lendário Chefe Drarug (ou Janduí) e tem uma associação cujo vice-presidente, na ausência do Presidente, nos recebeu.
      Tainí naro té (seu nome é) Adriano Janduis e é um guardião da cultura do seu povo, havendo se chegado de pronto, aos apelos da antropóloga do grupo Paraupaba, Jussara Galhardo, para participar do Movimento Indígena que se organizava mode cobrar da FUNAI o reconhecimento dos grupos indígenas de nosso estado, o que foi obtido em 2009.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Baía da Traição Morubixá Guaçú Pysaisú

    Sandro Potiguara é o novo Cacique Geral da Terra Indígena da Baía da Traição, na nossa fronteira com a Paraiba. Seu antecessor foi Josafá Tatamirim, graduado em Pedagogia e Direito. Josafá  acumulava  as funções de Coordenador do posto da FUNAI e Cacique Geral.