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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Xiurinja / mu / amigáçu.


Irmã Terezinha.

   Os caboclos do Amarelão tem gratidão a esta heroína, e deu o seu nome ao Assentamento Santa Terezinha, a primeira conquista na retomada de suas terras, esbulhados pelos fazendeiros em torno de 1930.                    Com a morte do patriarca José Honório Barbosa, ocorrida em 2011, surge novas lideranças, e o Movimento Indígena, cria casas e nomes novos; “Mutirão Ca’açú” é a oficina de artesanato, formando um grupo  que se esforça para tomar a frente, deixando de lado o grupo inicial.
    A Irmã Terezinha, tem se queixado de não participar dos eventos por não receber informações da FUNAI, pois estas são remetidos geralmente ao novo grupo, infelizmente os outros grupos da comunidade não recebem tais informações, não sabemos os motivos, porem é o fato, fica a queixar.

sábado, 27 de outubro de 2012

Xiurinja.




Irmã Terezinha do Amarelão.
   Os fazendeiros ameaçaram matar a freira, por ela defender os Mendonça. Verdadeira Heroína! Notei sua ausência neste dia 18, durante o Encontro de Jovens que a FUNAI realizou em João Câmara. Na casa da Irmandade se queixou de ter conseguido aprovação de um projeto para a transformação a orquestra de flauta, em uma banda de música, e ter de ficar a mecer das novas lideranças que passaram a esquece-la, daí a ausência no tal Encontro.
   Outra queixa da Irmã é o grupo de artesanato, que foi formado por garotos flautista, e que foi posteriormente deslocado do prédio da Escola para a residência de nova liderança o que dificulta as ensaios, pois surgindo celeumas, os curumins certamente tomam partido, e sente que a tal liderança bota a garotada contra ela. A Irmã Terezinha lamentou haver hoje jovens da orquestra de flauta que não mais a cumprimentam!