Mostrando postagens com marcador UFRN. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UFRN. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Capoeira no Amarelão



   O capoerista Gerson Canindé iniciou neste sábado passado as aulas de capoera na comunidade indígena do Amarelão. Gersom é um dos principais militantes do Grupo de Estudos Tava Rovy que é agregado ao grupo de Igapo e ao Ocarusú pitã. As aulas são integrantes do projeto PROXTE desenvolvido pela UFRN, assim como as aulas de guarani que são ministradas por Acanguasú, componente do Grupo de Estudos Indígenas Ocarusupitã.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Parentes.


Artur Garcez.
    Este caboclo maranhense dirige o grupo de Dança Popular do Colégio Marista desde 1994, é graduado pela UFRN em artes e pós graduado também em dança pela mesma universidade. E docente do Balet Municipal e membro da Comissão Norte Rio Grandense de Folclore. A sua ligação com o folclore vem da sua família, pois e neto do Mestre Machado do Bumbá Meu Boi de Rosário, lá no Maranhão.
Como se vê claramente, o caboclo é bem preparado e atuante no meio artístico e cultural.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Viva a irmã Terezinha!!!!!!


    Esta nascendo a Banda de Música do Amarelão. Enfim o sonho da nossa querida Irmã Terezinha se concretiza e da melhor forma possível: havendo agora pessoas no próprio Amarelão, capacitadas para conduzir o grupo sem depender totalmente de pessoas estranhas à comunidade, uma resposta a altura do esforço desenvolvido por essa heroína gaucha que já algumas décadas dedica sua vida aos caboclos do Amarelão.
   Para felicidade de todos, a juventude Mendonça se esforça com firmeza para realizar as sugestões da galega. Fernando Batista, Rozania Barb e suas cinco irmães, são os motivos maior do orgulho da Irmã, pois o Fernando além de ser aluno do Curso de Música na UFRN, acaba de estrear como violonista clássico muito aclamado em João Câmara, e a Rosania e irmães, auxilar o Fernando na organização do grupo de flautas e do grupo do toré


boa tarde meu povo querido!!!
estou muito feliz, pois hoje fiz meu primeiro contato com meu mas novo instrumento
é tão lindo,,,, clarinete
 — com João Paulo Mello e Anderson Santos.


Fernando Batista O primeiro passo da nossa banda de música do Amarelão!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fernando do Amarelão

   Este caboclo é um exemplo de competência. Se propôs a substituir um professor de música que a Irmã Terezinha havia trazido para montar um grupo musical no Amarelão. Tomou tão a sério que entrou na UFRN para estudar música e neste dia 21 às 19 horas, realizará seu primeiro recital de violão em João Câmara.
  Muito auxiliou muito a Irmã e ao nosso grupo quando trouxemos os potiguares para fortificar o Toré do Amarelão. Me informou do desejo de formar um conjunto musical e de sua felicidade por ter sabido que já esta na conta os recursos para o desenvolvimento do projeto que a Irmã Terezinha encaminhou ao Ministério da Cultura para criação de uma banda de musica no Amarelão, o grande sonho desta incansável defensora dos Mendonsas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Crexe/ yvyrá/ arborum/ Ypê/ pau d’arco/ freijó.


“tem gente, que não sabe que não sabe”.
A Eisteine.

  Pensávamos que conhecia a arvore que fornecia a melhor madeira, para os arcos dos potiguares: o ypê ou Pau d’Arco, um que bota flores amarelas e o que bota flores roxas, um marceneiro falou em um Ypê Freijó, cuja madeira é preta. Porém foram os garotos do Centro Experimental de Biologia, da UFRN, que mostrou como era grande  a ignorância da gente: existem  mais de 20(vinte) variações de ypê!
  Eis aqui um jovem exemplar, no início de uma flora anual... um belo espetáculo da natureza. 


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Flagrantes da Cultura Indígena



A peteca ta dando o que falar.
“Quem conta um conto, aumenta um ponto”.                
    (dito popular)
    Ficamos embasbacados! Estavam nos contando que fora proibida, a roda de peteca que rola no Setor II do Campos da UFRN. Alegação de tumulto  formando uma “feira de tudo” em torno da roda, além de outras milongas. Outras fontes informaram que a peteca continuava voando, apesar da proibição.
    Que lindo este espírito quarenteiutarde  ainda presente nos estudantes da terra. Chamem  Delacroix!  A peteca do Setor II continua! Rere! Quanta bravata, quanta bravura. Acaguasul nos informou durante a aula de tupi desta  ultima sexta-feira, que não ocorreu proibições, apenas reclamação da segurança,por haverem caboclos petequeiros, que muito a vontade, na sua própria terra, evocam usos, avoengos (ho hehe...tirar a camisa).