Com o crescimento das atividades
de nossos Grupos de Estudos Indígenas, se viu a precisão de uma cartilha para usar
nas aulas de idioma guarani. No momento estão em atividades, oito grupos de
estudos, sendo que seis deles realizaram estudos do idioma guarani. Estes são:
o Igapó, o Ocarusupitã, o Tavarovy o do Amarelão e do Catu. As reuniões de
estudos acontecem na quarta feira de quatro horas, no IF da Rua Rio Branco, nas quintas feira no
Centro Cultural da UERN, isso na Avenida João Medeiros começando de quatro horas e na
sexta no Eletrocanabar, que fica na Rua Frei Miguelinho, no bairro da Ribeira. No
sábado é no Amarelão e dois dias no Catú.
Mostrando postagens com marcador catu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador catu. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Cartilha Avánhe'e.
Com o crescimento das atividades
de nossos Grupos de Estudos Indígenas, se viu a precisão de uma cartilha para usar
nas aulas de idioma guarani. No momento estão em atividades, oito grupos de
estudos, sendo que seis deles realizaram estudos do idioma guarani. Estes são:
o Igapó, o Ocarusupitã, o Tavarovy o do Amarelão e do Catu. As reuniões de
estudos acontecem na quarta feira de quatro horas, no IF da Rua Rio Branco, nas quintas feira no
Centro Cultural da UERN, isso na Avenida João Medeiros começando de quatro horas e na
sexta no Eletrocanabar, que fica na Rua Frei Miguelinho, no bairro da Ribeira. No
sábado é no Amarelão e dois dias no Catú.quarta-feira, 22 de maio de 2013
Colégio Mundial visita o Catú
RESPONSABILIDADE SOCIAL, ESCOLA/COMUNIDADE. COLÉGIO E CURSO MUNDIAL DE NATAL VISITA A ESCOLA INDÍGENA DO CATU/CANGUARETAMA E DEIXA CONTRA PARTIDA DE 40 CESTAS BÁSICAS E QUITIS DE ESCOVA E CREME DENTAL, ALÉM DE LANCHEIRINHAS.
COM APRESENTAÇÕES DO TORÉ, PALESTRAS E EXPOSIÇÃO DE ARTESANATO E PLANTAS MEDICINAIS, A ESCOLA JOÃO LINO JÁ ARRECADOU E DISTRIBUIU PARA A COMUNIDADE DO CATU MAIS DE 2 TONELADAS DE ALIMENTOS NO ANO EM CURSO, AJUDANDO ASSIM A DIMINUIR OS EFEITOS DA SECA, afirma Luis Catu, uma confirmação das previsões feitas no início da militância. Para completar só falta fortalecer o trabalho com o idioma, instruindo os guias a yusa-lo durante as visitas, coisa que vai causar maior admiração aos visitantes, como era feito no início dos nossos trabalhos, na Baia da Traição.
sábado, 27 de abril de 2013
Marcha do Sagi.
Os potiguares de Sagi
realizaram neste dia 26 de abril uma marcha pelo Centro de Natal denunciando ao
povo a decisão da juíza de Canguaretama que seu ganho de causa a empresa imobiliária
Bezerra Imóveis na contenta pela posse da terra ocupada por eles a mais de um século
na praia de Sagi. A manifestação conta com o apoio de varias entidades sociais
e as macha se iniciou na Praça Cívica indo na direção do Centro.
A macha
que estava programada para o Dia do Índio só ocorreu nessa sexta feira pois não havia
recursos suficiente para o deslocamento do pessoal das comunidades de Natal e
foi aproveitado a reunião da APOINE que foi por isso deslocada de Canguaretama,
onde aconteceria, para a capital.
A APOINE é uma associação dos índios
do Nordeste e de Minas Gerais, e a reunião tinha na pauta a eleição da
coordenadora estadual que na qual foi mantida, Taise Campos e a subcoordenação ficou com Francisca Tapará,
contrariando a expectativa da inclusão de Jefersom Catú.
| Durante a marcha os manifestantes foram recebidos no IBGE onde apresentaram queixas quanto a contagem dos indígenas durante este último censo que apresenta números incompatíveis com a realidade. |
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Parentes.
Luiz Catu.
O morubixába da comunidade
potiguara do Catú, é graduado em Pedagogia e dirige a Escola Municipal João Lino, em Canguaretama. Uma contra partida dos chamados Euletéros que nos anos
70, foram esbulhados das suas duas lénguas quadrados de terra, recebidos no século XVIII
do Padre Aguino, fundador de São José de Campestre. Vitima de um carioca, que se meteu entre eles,
a Usina esbulhou as duas lénguas, sendo assim lesados por serem analfabetos. Daí Luiz,
Vando, Josemar, Valda, Maria José, Welintom e vários outros componentes do grupo se dedicar
ao estudo.
Sobrinho do tuixá Manoel
Nascimento, Luis sai da comunidade com seus primos, para representar o Catu no estado e no pais. Seu primeiro contato com o
Movimento Indígena aconteceu na Baia da Traição, em 2002, levado pelo Grupo de
Estudos Indígenas de Igapó que levava seus participantes e caboclos de Igapó,
para a festa do Dia do Índio.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Intercambio com a baia da traição.
Taíse, do Amarelão informa que
um dos resultados do Encontro de Jovens Indígenas, ocorrida em João Câmara no
final do ano passado, foi acerto para instalação de intercâmbio com a juventude
potiguara da Terra Indígena da Baia da Traição. O fato se deu devido à presença
de representantes dos jovens potiguares em João Câmara.
Felizmente se inicia assim a conexão dos povos indígenas dos estados da Paraíba
e RN, iniciada em 2002 quando pela primeira vez representantes da comunidade do
Catu foram levados pelo Centro de Estudos Indígenas do Igapó, para participar
das comemorações do Dia do Índio, na aldeia de Acajutybiró.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O contador de historias.
Na fotografia termos o caboclo
Aucides Sales contando lendas indígenas para a gurizada do Catu em
Canguaretama, alunos do professor Aderildo Rodrigues, ambos componentes do
Centro de Estudos Indígena de Igapó.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
MOTYRU TAPARAPE
Teatro Experimental estréia no Movimento Indígena
Hoje pela tarde, aconteceu na localidade de Tapará, na fronteira entre as cidades de Macaiba e São Gonçalo, a reunião já anunciada. Presentes o Coordenador da CTL da FUNAI, Martinho Andrade, Taise Santos, do Amarelão, representante da APOINE, Vanda Soares do Catu, um representante da Fundação José Augusto e três componentes do Grupo Teatro Experimental que assim se integra de fato ao Movimento Indígena
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Parentes
Dedé Barbosa.
Pertencente à família Barbosa do Amarelão, do ramo do falecido tuichá José Honório. Dedé é um caboclo disposto. Já trabalhou de segurança, foi presidente da Associação dos Moradores do Assentamento Sta Terezinha, uma " reintegração de posse" das suas terras nas mãos da "Fazenda Outeiro". . Aderiu ao movimento indígena por algum tempo, fazendo visita a comunidade do Catu e recebeu com demais companheiros, parentes do Catu e Rio dos Índios (Ceara-Mirim) e Caboclos de Caraúbas, em agosto de 2004 no Amarelão na casa do caboclo Pequinho.
Pertencente à família Barbosa do Amarelão, do ramo do falecido tuichá José Honório. Dedé é um caboclo disposto. Já trabalhou de segurança, foi presidente da Associação dos Moradores do Assentamento Sta Terezinha, uma " reintegração de posse" das suas terras nas mãos da "Fazenda Outeiro". . Aderiu ao movimento indígena por algum tempo, fazendo visita a comunidade do Catu e recebeu com demais companheiros, parentes do Catu e Rio dos Índios (Ceara-Mirim) e Caboclos de Caraúbas, em agosto de 2004 no Amarelão na casa do caboclo Pequinho.
Por fim, tentou montar uma amplificadora, no assentamento, chegando ainda a funcionar precariamente por algumas vezes. Porém, teve que ser duro com alguns carga-torta que adquiriram hábitos alheios e dessa forma preferiu se ausentar da comunidade e tocar a vida em Natal comerciando com castanha, lide de todo Mendonça.
Aliás, os Mendonsa tem sido visto com outros olhos, desde que ingressou no movimento sem terra e depois no Movimento Indígena. Tinha isso antes? Flautistas Mendonças tocando na missa em João Cmara?
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Universo Guarani em Expansão.
| Dia do Índio no Escola João Lino, no Catu em Canguaretama. |
Em Natal, o estudo do
idioma da nação tupi/guarani, nestes 32 anos de militância, vem se expandindo e
gerando proveitosos frutos. Iniciado em 1980 pelo movimento artístico literário Circuito Suburbano, composto por Locha, Chales, Yale, Léo Ventura, Cleudo, Venâncio,
Pedro Pereira, João Marcelino, Novenil Barros, e outros integrantes. Fizeram
edições, estudos regulares, cursos e palestras que formou bom número de
tupinólogos, havendo entusiastas tipo Emanuel Amaral e Sopa d’Ossos, que se
dedicam também a difusão e ensino, como no caso do Mestre Sopa que da aulas de tupi em
Jiqui.
Por nosso lado mantemos quatro pontos de ensino: em Canguaretama, na escola Municipal João
Lino em Natal, na Escola Municipal Irmã Arcângela, na programação dos
projetos de atividades da Classe de Adiantamento, no Bar Eletro localizado no
bairro da Ribeira onde os encontros ocorrem nas sextas-feiras à parti da 14
horas. O grupo mais novo se reúne no "salão da comida do Norte Xopi” nas
quintas-feiras a parti das 17 horas. Estas ações são coordenados pelos grupo de
Estudos Indígena do Igapó e do Ocarausupitã.
Já Haroldo Brito, o Sopa d'Ossos, ministra aulas de tupi antigo em Jiqui.
Já Haroldo Brito, o Sopa d'Ossos, ministra aulas de tupi antigo em Jiqui.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Parentes.
Seu Zé Bitu.
Esse é mestre que faz e toca flauta, na tribo dos potiguares
da Baia da traição, na Paraíba. A sua flauta tem apenas quatro buracos para os
dedos e o bocal é feito com cera de abelha arapuá. Ele é da aldeia de
Acajutybiró e é quem toca flauta no toré.
Atualmente, seu Bitu mora no Rio Grande no Norte, na cidade
de Canguaretama, próximo dos parentes do Catu e da localidade de Caboclos. Veio com
sua clã de aproximadamente, 30 pessoas morar no bairro chamado Lagoa de São João na Rua da Palha, local da antiga aldeia de Paiacuaçu, que ali existiu no início do século XVIII.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Parentes
Nascimento do Catu
O Sr. Manoel Serafim, conhecido por “Nascimento” é o
guardião da memória do grupo de caboclos que recebendo terras de um certo padre
Aquino, se estabeleceram nelas, se casando com tapuias da região, formando o
clã das Euletérios, donos de duas léguas quadradas
no nascente do Rio Catu, terras que foram esbulhadas na década de 1970,
história relatada por este senhor que também é poeta, em um folheto, editado
pelo Projeto Xilo Catu, financiado pela Banco do Nordeste, entre 2008 e 2009.
domingo, 1 de julho de 2012
| Vando, no toré ao lado de Aucides e Aderildo, no CAtu. |
Vando
O caboclo Vandregercilio Soares dos Lotérios do Catu de
Cima, é da nação potiguara. Mantém um terreiro para a dança do toré próximo das casas do
seu clã. Cuida da sementeira que produz mudas para o reflorestamento que se pensa em fazer na Mata do Marfim, a muito tempo devastada pela Usina Estivas. É
pedagogo e trabalha na E. M. João Lino, naquela povoação.
Com seu tio Nascimento, seu primo Luiz Catu e suas irmãs,
Vanda e Valda, estão à frente das atividades do grupo que recebeu o
reconhecimento da FUNAI em 2009.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Agente Jovem
| Á esquerda, Luis Catu, Aderildo e Juruna. |
Aderildo Rodrigues
Reiniciaram os
trabalhos do nosso agente jovem na comunidade indígena do Catu dos Lotérios, na Escola
Municipal João Lino, no município de Canguaretama. Aluno do Curso de Educação
Física da UNP, Aderildo é o pioneiro no ensino da Cultura Indígena em uma
escola em nosso estado. Seu trabalho iniciou em 2005, com um contrato de
trabalho com a Secretaria de Educação de Canguaretama e prossegue até hoje
rendendo bons frutos.
domingo, 3 de junho de 2012
Cabo de Guerra
| Brincadeira de cabo de guerra, no Catú, organizada por Aderildo e Luis Catú. |
Dizem que o jabuti estava tocando flauta numa capoeira velha quando apareceu a Caipora. Ela vinha na forma macho: um gigante peludo e careca. Vendo o Jabutí o Caipora começou a mangar dele. Chateado o jabuti desafia o Gigante para jogar uma partida de Cabo de Guerra, pra ver quem é mais macho. Então o jabutizinho pegou um cipó grosso e foi até a praia, onde uma baleia dormia. Ele disafiou a baleia para uma partida de cabo de guerra, depois de rir muito, ela aceitou o desafio e amarrou o cipó na cauda. O jabuti deu o sinal pro caipora e começa o estica e puxa... e o jabuti no meio, escondido no mato, tocava a flauta e gritava: - to puxando com uma mão só! A baleia e o gigante se danavam e davam os maiores muxicãos até se torar o cipó. O gigante passou então a respeitar o Jabutizim, como se vê na fábula tupí, a brincadeira do cabo de guerra tem origem indígena.
Assinar:
Postagens (Atom)