Mostrando postagens com marcador Baia da Traição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Baia da Traição. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Che ymâguahêva.


   Marcos Santana, filho do lendário tuixá Santana, dos potiguares da Paraíba, esteve presente ao Seminário de Direitos Indígenas, integrando a delegação que veio da Terra Indígena da Baia da Traição. Sua presença, atesta o grau de importância que os potiguara nos atribue, o que de fato acontece em face da colaboração que o Movimento Indígena do Rio Grande já deu aos paraibanos, levando o turismo para aquelas plagas.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Intercâmbio PB/RN indígena.


   ‘Nha” Iolanda, é uma das potiguares presentes na Semana de Direitos Indígenas. No ritual de trocas de “jopoi” oferta nas duas petecas e distribuímos panfletos sobre Felipe Camarão no Herói da Pátria, o que causou interesse da Nha Iolanda, tanto pela petecas promocional que fabricamos como pelas leis que conseguimos aprovar tornando-o herói nas três esferas administrativas,  Herói Publico Municipal, Herói Estadual e Herói da Pátria.
   Esta senhora moradora da aldeia do forte, nos propôs iniciar um intercâmbio com nosso grupo do estado.
Glossário
Nha=senhora, senhor.
jopói=presente.
 

Potiguares da Paraiba no Rio Grande do Norte.

Alcides Sales ladeado Iolanda da aldeia do Forte Lucia de Apodi e um caboclo
da Sagi.
   No seminário de Direitos Indígenas recém ocorrido em nosso estado, esteve presente uma delegação de potiguares das aldeias Acajutybiró e Forte, capitaneados pelo filho do legendário Tuxá Santana, o advogado Marcos Santana, que já dirigiu o posto da FUNAI, da terra indígena Baia da Traição, ocasião na qual o  professor Eduardo Navarro, da USP,  veio morar alguns nesses com os potiguares, formando neste período 16 professores do idioma tupi nas escolas da T.I.

sábado, 17 de agosto de 2013

Fruto do Encontro de Jovens Indígena do RN e PB.

Juruna Xucuru, desenvolve um trabalho de fortificação do idioma tapuio utilizado por indigenas do RN e PE.
   Já aconteceram dois encontros de jovens indígenas reunindo-se da primeira vez, em Natal e recentemente (dia 03,04 e 08) na Baia da Traição (PB), aconteceu o segundo. Os jovens do RN se toparam com o fruto avançado do que vem sendo desenvolvido em nosso estado. Na Paraíba, os Potiguares compreendem claramente a importância de saber, daí dar ênfases ao estudo do idioma nativo e etnohistoria, componentes curriculares das escolas que existem naquela Terra Indígena.
    De certa forma isso por aqui vai começando, pois os representantes da Lagoa de Tapará assomam com a disposição de iniciar a formação de um Grupo de Estudos Indígenas, fato até então preteridos pelos tapuios da Lagoa.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Potyguaras e tapuias em Acajuty biro’

A representante dos tapuias de Tapará, representante dos potiguares,
nosso "perrengue" Canindé e Aline Macedo do CRDH.
  Diego Acanguaçú e Gersom Canindé estiveram com  representantes das comunidades indígenas do RN nas aldeias de Acajutybiró e Três Rios da Terra Indígena Potiguara da Baia da Traição, na Paraíba. De lá trouxeram informações sobre as escolas indígenas da T.I onde se fortifica a cada ano o projeto do professor Eduardo Navarro de fazer renascer o uso do idioma Tupi, como idioma dos potiguaras. O trabalho deste emérito Doutor, foi singelamente iniciada na década de 90 pelo Movimento Indígena do RN, naquela época ainda nascente e, portanto,  sem nenhum recurso.

sábado, 3 de agosto de 2013

Encontro de jovens Indígenas.

Gerson Canindé, um caria'y potiguara e Acãguasú
 Iniciando o Intercâmbio entre os jovens indígenas do RN e da PB. O Primeiro encontro já aconteceu, e o segundo aconteceu neste dia  três de agosto, na terra Indígena Potiguara da Baia da Traição que recebeu 20 pessoas de nosso estado. Na delegação do Amarelão dois elementos (respectivamente) do Ocarausupitã e Tavarovy, Acãtuichá e Gersom Lira Canindé, foram incluídos em função do trabalho que já desenvolveram e desenvolvem nessa comunidade indígena, Diego Acã ensinando o idioma e Canindé a capoera.

sábado, 20 de abril de 2013

Tayse Campos informa

Flagrante do Encontro de Jovens Indígenas do RN, ocasião na qual
foi firmado o presente intercâmbio.








   Alcides o intercambio está previsto para de junho (o 1º intercambio), 20 jovens aqui do RN ir para a Baía da Traição, lá vão visitar uma aldeia e terá um oficina com pauta: organização e participação social q será coordenada pela organização dos jovens indigenas potiguara da pb- OJIP, depois desse intercambio a OJIP vai tirar uma data para vir jovens da PB pra cá e aí veremos a programação aqui no estado.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Parentes.


Luiz Catu.
  O morubixába da comunidade potiguara do Catú, é graduado em Pedagogia e dirige a Escola Municipal João Lino, em Canguaretama. Uma contra partida dos chamados Euletéros que nos anos 70, foram esbulhados das suas duas lénguas quadrados de terra, recebidos no século XVIII do Padre Aguino, fundador de São José de Campestre.  Vitima de um carioca, que se meteu entre eles, a Usina esbulhou as duas lénguas, sendo assim lesados por serem analfabetos. Daí Luiz, Vando, Josemar, Valda, Maria José, Welintom e vários outros componentes do grupo se dedicar ao estudo.
   Sobrinho do tuixá Manoel Nascimento, Luis sai da comunidade com seus primos, para representar o Catu no estado e no pais. Seu primeiro contato com o Movimento Indígena aconteceu na Baia da Traição, em 2002, levado pelo Grupo de Estudos Indígenas de Igapó que levava seus participantes e caboclos de Igapó, para a festa do Dia do Índio. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Intercambio com a baia da traição.



   Taíse, do Amarelão informa que um dos resultados do Encontro de Jovens Indígenas, ocorrida em João Câmara no final do ano passado, foi acerto para instalação de intercâmbio com a juventude potiguara da Terra Indígena da Baia da Traição. O fato se deu devido à presença de representantes dos jovens potiguares em João Câmara.

   Felizmente se inicia assim a conexão dos povos indígenas dos estados da Paraíba e RN, iniciada em 2002 quando pela primeira vez representantes da comunidade do Catu foram levados pelo Centro de Estudos Indígenas do Igapó, para participar das comemorações do Dia do Índio, na aldeia de Acajutybiró.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Xiurinja.


Glebsom.


   Recebemos há algum tempo, a visita do prof. josé Glebsom Vieira, recém-chegado da Paraíba, para lecionar na UERN em Mossoró e precisava conhecer a bibliografia e informações sobre os indígenas do RN, a guerra do Bárbaros, o período holandês, sesmarias, livros de batismo, casamento, óbtos e etc. Fizemos o que foi possível e ele respondeu à altura, a nossas expectativas.  O professor Glebsom na sua simplicidade, conviveu com os potiguaras da Baia da Traição e agora presta assessoria acadêmica aos grupos tapuias  da cidade do Açu.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Xiurinja


Gustavo Luz.
    Em nossa pesquisa de campo sobre os índios do nosso estado iniciada em 1980, depois de conhecer a Baia da Traição, precisava ver o roteiro dos Paiacús do Apodi, deslocados pelo governo português em 1762 para Portalegre, onde aconteceu a revolta dos paiacús em 1825. Foi justamente Gustavo Luz que nos deu total apoio para a pesquisa realizada em Apodi. Camarada honesto, tranquilo e de larga visão empresarial, visto que na época, iniciava a lides com a sua coletora “Queima Bruxa”, nas dependências da gráfica de seus parentes, em Mossoró. Hoje a Editora Queima Bruxa se mantém viva, com seu próprio parque industrial.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Felipe Camarão na Baia da Traição

     Esta formosa praia paraibana, dentro de uma cidade situada na Terra Indígena potiguara. É um sítio grande de valor histórico para nosso e nosso herói estadual, Dom Antônio Felipe Camarão. Em 1598 as tropas pernambucanas chefiadas por Mascarenhas Homem, se reuniram neste aldeamento potiguara, com as tropas paraibanas que vinham ao Rio Potengi, construir uma Fortaleza e combater os piratas franceses.
     Felipe Camarão tinha 25 anos e morava na aldeia de Muçuí, em Pernambuco, como chefe de uma tropa indigena orientada pelo padre Jesúita Manoel de Morais. Em 1625 os holandeses haviam já a um ano, conquistado Salvador, porém capitularam sem saber que  a Companhia das Índias Ocidentais fizeram zarpar uma esquadra para socorre-los. E esta chegando na Paraíba é avisada da rendição e aporta na Baia da Traição por um mês.
     Felipe Camarão vem de Pernambuco, mas chega depois que os holandeses haviam partido. Jaguararí, tio de Felipe è acusado de colaborar com as inimigos e é ele própio que o traz preso para o Fortaleza dos Reis, em Natal.