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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Guarani no Beco de sibanac.

   A reunião de estudos desta semana aconteceu no chamado Beco do Sibanac, entre as Ruas Câmara Cascudo e Dr Barata, onde ocorre uma ação do Ocarusupitã, encabeçada pela divisão de garatujas e chamada de “Reflexões Visuais”. Nego é o Mecenas doador dos recursos destinadas à pintura do painel mural coletivo que inicia a decorar o Beco.
Encerradas as pinturas, iniciou-se o estudo de guarani e discutido o inicio do estudo do idioma brobo, do grupo de índios xucurus, visto que foi concluído e iniciada uma tiragem para estudos do dicionário e Breve Gramática  Brobo do parente Xucuru Juruna Xucuru.

   Para efetivar o inicio dos estudos do idioma brobo, se faz necessário a elaboração de uma cartilha, a exemplo da cartilha de Ava nhéem já em uso, já foi iniciada a elaboração da cartilha que poderá entra nas próximas reuniões do Ocarusupitã. Este era o idioma dominante em nosso estado até o século XVIII. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Cartilha Brobo

Juruna com sua rembirecó Catupe
 
    Esta sendo elaborada uma cartilha para ser usada no estudo do idioma brobo, falado pelos índios xucurus de Pernambuco, partindo do Dicionário e Breve Gramática do idioma Xucuru, do pesquisador indígena, Juruna Xucuru, morador da Ilha de Joana Bezerra, no bairro do Coque, em Recife.
   A cartilha segue o padrão da de Avãnhe’e, já em uso desde de junho, pelo grupo Ocarusupitã, e logo estará também sendo usada pelos estudiosos deste grupo que se interessam pela cultura tapuia e que estão cobrando aulas deste idioma, outrora, dominante em nosso estado.  

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Brobo


Juruna é o primeiro do lado direito, com o chapeuzinho.
         Outra apostilha pronta e copiada é do Juruna Chucurú, nosso parente de Pernambuco, com um dicionario e Gramatica idioma do povo tapuia do RN e Pernambuco: janduis (RN) e xucurus(PE).

sábado, 17 de agosto de 2013

Fruto do Encontro de Jovens Indígena do RN e PB.

Juruna Xucuru, desenvolve um trabalho de fortificação do idioma tapuio utilizado por indigenas do RN e PE.
   Já aconteceram dois encontros de jovens indígenas reunindo-se da primeira vez, em Natal e recentemente (dia 03,04 e 08) na Baia da Traição (PB), aconteceu o segundo. Os jovens do RN se toparam com o fruto avançado do que vem sendo desenvolvido em nosso estado. Na Paraíba, os Potiguares compreendem claramente a importância de saber, daí dar ênfases ao estudo do idioma nativo e etnohistoria, componentes curriculares das escolas que existem naquela Terra Indígena.
    De certa forma isso por aqui vai começando, pois os representantes da Lagoa de Tapará assomam com a disposição de iniciar a formação de um Grupo de Estudos Indígenas, fato até então preteridos pelos tapuios da Lagoa.