Mostrando postagens com marcador guarani. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guarani. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Jonas guaçú O’cape mbo’eha.

   Os encontros de estudos na casa de nosso perrengue Jonas Guaçú, tem ocorrido com muita animação. Dessa oca se tem uma maravilhosa vista de Barra do Rio Potengi. Os ditos encontros ocorrem nas segundas feiras de 13 às 16 horas.
   Nestes encontros além dos estudos de guarani e brobo, também se produz artesanato indígena e se faz aulas de idiomas indígenas.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Guarani no Beco de sibanac.

   A reunião de estudos desta semana aconteceu no chamado Beco do Sibanac, entre as Ruas Câmara Cascudo e Dr Barata, onde ocorre uma ação do Ocarusupitã, encabeçada pela divisão de garatujas e chamada de “Reflexões Visuais”. Nego é o Mecenas doador dos recursos destinadas à pintura do painel mural coletivo que inicia a decorar o Beco.
Encerradas as pinturas, iniciou-se o estudo de guarani e discutido o inicio do estudo do idioma brobo, do grupo de índios xucurus, visto que foi concluído e iniciada uma tiragem para estudos do dicionário e Breve Gramática  Brobo do parente Xucuru Juruna Xucuru.

   Para efetivar o inicio dos estudos do idioma brobo, se faz necessário a elaboração de uma cartilha, a exemplo da cartilha de Ava nhéem já em uso, já foi iniciada a elaboração da cartilha que poderá entra nas próximas reuniões do Ocarusupitã. Este era o idioma dominante em nosso estado até o século XVIII. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ore Perrengue.


Wendel Rodrigues Guajirú.
  Morador de Extremoz, Wendel é um ativo participante do Grupo de Estudos Indígenas, desde o finado Eletrocana. Este cabra tem mostrado grande interesse nos estudos do Idioma Guarani, na historia de sua cidade e no jogo da peteca. Estivemos visitando a “patota” de Extremoz que se reúne na beira da Lagoa de Guajirú, digo, de Extremoz, para onde o Wendel vai nas tardinhas, para fortificar a pratica do jogo da peteca.
   Os desenhos que ele produz tem “um que” de surrealista e é sem dúvida um “amante do saber”.
 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.


A boa Ideia que resmunga.
   A cachaça de cana de açúcar, trazida da Índia pelos Portugueses é um produto de grande sucesso e dessa forma a sua comercialização exige nomes espirituosos para as marcas de seus fabricantes. A marca em questão, mostra uma palavra guarani, cuja tradução é no mínimo curiosa: "peixe que resmunga”.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

seguem as aulas de guarani no Eletro Cana.


   Por motivo do toró  que caiu na sexta passada, a aula aconteceu na Serigrafia do Sibanac, agora utilizando a cartilha que nosso grupo está produzindo, com o auxilio do computador, pela internet pelo tal facebuque.

domingo, 7 de julho de 2013

cartilha de tupi em produção acelerada

 




   37 páginas da Cartilha do Idioma Avánhe'e já foram produzidas pelo Grupo de Estudos Indígenas do Igapó e utilizado nas reuniões dos Grupos de Estudos Indígenas da Oficina de Estudo da Cultura e Idioma Guarani que esta acontecendo no Campus do Instituto Federal da Rua Rio Branco, no Bar Eletrocana na Rua Frei Miguelinho e no Amarelão. 
   Eis aí as ultimas que foram produzidas.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Universo Guarani em Expansão.

Encontros na Eletro cana Bar
IFRN Centro GUARANI

  Estão iniciando nesta próxima quarta-feira às 16:30 no Instituto Federal uma serie de doze encontros para estudo da cultura indígena e idioma guarani organizados pelos Grupos de Estudos Indígenas de Igapó, Ocarausupitã e Tavarory. Tem vinte vagas, sem taxas. Estes encontros semanais é uma extensão dos encontro que ocorrem, nas sexta-feira à tarde, no Eletrocana bar, na Rua Frei Miguelinho próximo a Tavares de Lira, na Ribeira.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O mijo do menino

Diego com o grupo da dança do toré do Amarelão.

Acanguasu choco oikô
   Este é o Diego Acanguasu. O cara tá choco. Nasceu esta semana sua primeira filinha...
   Apesar dos europeus se esforçarem para apagar a cultura indígena, não conseguiram...vejam esta costume virou lei: para nossos parentes tupis, quando nascia um filho, a alma do pai se rasgava e era preciso que ele repousasse até sua cicatrização por isso passavam um mês sem trabalhar, em festa. Como vagabundar é bom, os europeus adotaram o hábito e passaram a chamar o costume de "beber o mijo do menino". Choco é o estado que fica o pai da criança. A lei foi assinada por Lula, é a licença paternidade.
   Outra reminiscência da nossa cultura é a pergunta que se faz para saber o sexo da criança: "é menino macho ou menina feme?" isso por que se fala em guarani " memby cunhã" para menina e "memby cuimba'e" para o menino, mais ou menos a mesma coisa que se faz hoje usando o idioma português.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

novos tupinologos

   Bruno é iru do Gersom Rastinha e tem feito progresso no estudo do idioma guarani. Tem arregimentado adeptos para a causa no meio dos capoeras.
   O estudo da cultura indígena vem obtendo a simpatia da juventude potiguara em contra partida a estrema alienação que grassa nessa faixa etária um dos principais alvos do império facista norte americano.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

xiurinja taispo / angirú tupa / pater.amicus


Professor Manoel.
    Reside em um quarteirão de traz da Escola Irma Arcângela, Ensina historia na Universidade Vale do Acaraú. Na sua casa, durante as férias escolares, o Centro de Estudos Indígena do Igapó realiza suas reuniões. O professor é pai de Gabi Amanguaçuporã, integrante do Centro de Estudos desde 2007 quando foi aluna da Escola I. Arcângela.
        No fim do ano na sua casa, Aderido Rodrigues costuma ministrar aulas de guarani. O pajé Awá Zeruzã costuma aparecer mode falar de plantas, o paraguaio Helio Cabrera vem pra tirar dúvidas sobre o guarani, garotos do grupo Bonde dos Considerados fazendo repi. E lá vem o professor, sempre sorridente, pondo as mesas, quadros, cadeiras, cafezinho com bolachinhas, água, leptopi.

sábado, 13 de outubro de 2012

Flagrantes da Cultura Indigena



a rede de dormir.
    Muito se tem para falar sobre a “ tipóia” como falam (presumo) as tapuias. É o nome de um morubixaba potiguara, da Paraíba. É um uso guarani, havendo semelhança impressionante no padrão da estampa das redes fabricadas no Paraguai e no Nordeste brasileiro. Os tapuios também a usam, havendo narrativa de cronista que afirmam que os tarauiras  faziam redes de dormir, com três punhos, para se deitarem com suas  várias esposas.
    Em Caraúbas, até a década de 60, os caboclos só sepultavam seus entes, envoltos apenas nas suas redes de dormir, nas quais vinham transportados os defuntos, trazidos da caatinga ( e demais comunidades dos caboclos ) para serem sepultados em Caraúbas. Os corpos iam primeiro para a igreja erguida onde o caboclo capitão Leandro Bezerra erigiu uma capela para São Sebastião. 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Curso de Guarani no Bar Eletro Cana, em Crescimento.


   Cresce o número de participantes dos mutirões, que é o Curso de Guarani no Bar Eletro Cana, situado na Ribeira, próximo ao Teatro Alberto Maranhão. As reuniões aconteceram nas sextas-feiras a parti das 14 horas. Leituras, diálogos, perguntas, cantigas, capoeira e peteca é a dinâmica das aulas

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Peteca na Ribeira

    Crescendo a cada semana a roda de peteca defronte a antiga Estação Rodoviária, no bairro da Ribeira. Os frequentadores são frequentadores do Curso Livre de Guarani que acontece no Eletro Cana Bar, localizado ali pertinho. As aulas acontecem nas sextas feiras a partir das 14 horas.

sábado, 18 de agosto de 2012

Não deixe a peteca cair!!!

    GUARANI NO ELETRO CANA

    Além das aulas de guarani as reuniões do Grupo de Estudos Ocarausú pitã está organizando um jogo de PETECA defronte a Rodoviária velha. O número de participantes aumenta a cada semana.
   As aulas acontecem nas sextas feiras a partir das 14 horas...grátis e livre.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Guaraní no Bar Eletro Cana

Cuia Mirim

   O grupo de estudos Ocaroaçupitã está nos últimos ajustes para iniciar um curso livre de idioma guarani, no Bar Elétrico que fica próximo ao Buraco da Catita, na Ribeira. Acãnguaçú, Cuia’i e Cuã convocaram os componentes do Ocarouçúpitã e demais interessados a comparecer ao bar nesta sexta-feira à tarde para participar do inicio das aulas.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Perrengues.

Itacarém em Maxaranguape, vendendo material indígena.



         Paulinho Itacarém.
    Mesmo não tendo sido aluno da Escola Irmã Arcângela, Paulo de Oliveira é um dos mais antigos componentes do G. E. Indígena de Igapó. É vizinho da escola e iniciou sua participação em Ceara-Mirim, em 2002, quando íamos ensinar guarani para professores da Escola Municipal de Artes José Linus de Oliveira, para capoeirista do professor Bocão e componentes do grupo folclórico “Cabocolinhos de Ceara-Mirim”, isto, na Escola Santa Águeda, evento organizado pelo Engenho das Artes, com Gibsom Machado na testa. Aliais esta ação que dá inicio ao G. E. Indígenas de Igapó, com a participação de Aderildo Rodrigues  que também ia ao Santa Águeda.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Grupo de Estudos Indígenas


   
 O grupo de Estudos Indígenas de Igapó, tem realizado estudos e eventos para divulgar a cultura principalmente do tronco tupi guarani, resultando assim em seis falantes do idioma guarani, dez estudantes e dois falantes nativos que se agregaram ao grupo de estudo do guarani, vinte participantes  da dança do toré, contra regra, mestres cenas, oficinas de artesanato, além de um intercâmbio com algumas comunidades indígenas dessa nação.
     No final do ano passado foram iniciados os estudos do tronco macro gê, começando com uma visita a uma aldeia por estudiosos da cultura dessa nação iniciando um intercâmbio que renderam cinco viagens entre os grupos articulados em Natal e Recife.
   O estudo do idioma Brobo, falado pelos Xucurus é o mesmo do Janduis, começa a seu estudo pelos principais integrantes, para a alegria do “parente” Auá Catu que sendo da tribo Canela, e falante nativo de uma língua do mesmo tronco.
      Os estudos bibliográficos nos levaram a localizar a tribo do Panatis, hoje habitantes de Vila-Flor. São tapuias da nação dos janduis existido a serra dosestudos  Panatis, na cidade de Marcelino Vieira. O primeiro que conheci, mora no Extremoz, depois topei  com uma família na aldeia de Camurupim, na Baia da Traição. Eram bem diferentes dos tupis. Mais alto, pescoço curto, olhos salientes, cabeças muito redondas.

terça-feira, 29 de maio de 2012

aderildo

Aderildo com seus alunos potiguares do Catú dos Euletérios, em Canguaretama
                                                         Aderildo Rodrigues:
um ex-aluno brilhante.
           Este caboclo tapuio da taba do Açú, frequentou a Escola Municipal  Irmã Arcangela, estudando desenho e pintura com Aucides Sales. Em 2002, resolve entrar no grupo de estudos indígenas que se formava em Ceara-Mirim e continua 2003, já em Igapó, participando da execução de projetos culturais financiados pela FJA, SETURN, Prefeitura de Canguaretama  e de Natal.
        Trabalha na Escola Municipal Almerinda Bezerra (Natal) e a Escola Municipal João Lino na comunidade potiguara  do Catú dos Lotérios (Canguaretama) e é aluno do Curso de Educação Fisíca da UNP. domina com desenvoltura o idioma guarani e realiza estudos sobre o idioma de seu povo, os Janduís.