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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Mova Brasil.

Jailsom Morais, coordenador do MOVA
   Os nossos Grupos de estudos indígenas é parceiro do Projeto Mova Brasil, desenvolvido pela Petrobrás e dessa forma articulou a turma indígena de Rio dos Índios, uma das três desse tipo, atendidas pelo projeto, nesse ano que passou. Além do Rio dos Índios (Ceara - Mirim) também houveram dos tipos da Lagoa de Tapará (Macaíba/São Gonçalo) e os tapuias janduis da localidade de Caboclos (Açu).
   Se valendo dessa “louverture”, o Ocarusupitã recorreu ao Articulador Social do dito projeto, solicitando uma doação de material para a confecção de apostilhas usada em nossos encontros, no que foi prontamente atendido e dessa forma imediatamente utilizado pelo grupo, para encadernação de algumas que a falta do material solicitado, ainda não estavam devidamente providas de capa.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Anísio Teixera Indígena

No auditório do Anízio Teixera, o professor Aucides arrodeado pelos alunos que participarão da aula de campo.
   Seguem as atividades conjuntas entre a Fundação José Augusto e a Escola Estadual Anísio Teixera que prepara um exemplar aula de campo para os seus alunos enfocando a história indígena de nosso estado. O professor Aucides Sales já ministrou um apalestra sobre o tema nessa escola para os alunos envolvidos com a referida aula e ontem ele esteve em Extremoz e em Ceara Mirim fazendo uma visita prévia acompanhado pelo seu Diretor. o professor Neri, a professora Dalila e a coordenadora Sonia, para ajuste nos detalhes da aula, tais como refeições, recepção em alguns locais e cronometragem dos deslocamentos.
   Aucides Sales é da equipe do Centro de Estudos e Pesquisas Juvenal Lamartine desta Fundação, responsável pelo tema.

sábado, 27 de julho de 2013

Petecada na Santa

Gefersom Nambycuara é o anfitreão, na foto jogado peteca em Coqueiros, comunidade cabocla de Ceará Mirim.
   Nesta terça feira o Grupo de Estudos Indígenas Ocarusu pitã estará baixando na roda de peteca que se formou na quadra esportiva do conjunto Santa Catarina. A moçada vai partir da casa de Jefersom Nambicuara, perrengue do grupo Ocarusú de nove horas e dependendo do tempo, fica ou não na praça. A peteca vem assomando no cenário cultural potiguar como o "jogo rebelde" adotado pela Revolta do Onibusão uma vez que goza de largo prestígio no Setor  II da UFRN, pois por lá existe uma famosa roda, já a alguns anos. Por outro lado, as comunidades indígenas ressurgentes em nosso estados, a tem numa lista de praticas integrantes do seu universo cultural,  agora em processo de fortificação sendo portanto um outro grupo que se dedica a divulgar essa prática.

Glossário:
Ocarusu pitã = praça encarnada.
Nambicuara = buraca da orelha.
Perrengue = pedaço, componente.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.

A toca do Pajé.


   Diego Acanguaçú cy omanõ e portanto foi preciso lançar mão dos serviços do Pajé, que mora na localidade de Sitio, em Ceará-mirim, proprietário deste restaurante hoje em questão. Este distinto Senhor batizou seu estabelecimento comercial usando duas palavras do nosso idioma: toca = casa e pajé = sacerdote. 
   Embora o citado indivíduo seja assim conhecido, exerce a função de coveiro no cemitério daquela localidade.

Glossário:
Acanguaçú cy omanõ : a mãe de Cabeça Grande morreu.

sábado, 29 de junho de 2013

Encontro de grupos indigenas

   Os Grupos de Estudos Indígenas organizados pelo Movimento Indígena do Rio Grande do Norte estão em franca expansão e parte deles vão se encontrar no dia 17 de julho no auditório do Instituto Federal do Rio Grande do Norte para compartilhar conhecimentos e planejar ações futuras, Estarão presentes componentes do Grupo de Igapo, Ocarusupitã, Tavarovy, a turma da Oficina de Cultura  e Idioma Guarani desenvolvida na unidade do IF da Rua Rio Branco todos da cidade de Natal, de João Câmara vai o grupo do Amarelão e de Ceara Mirim vai a turma do Projeto MOVA Brasil da qual o Grupo de Igapó é parceiro,
   haverá uma palestra de Aucides Sales sobre o panorama atual dos povos  de nosso estado, dirigida aos professores do IF, uma aula de idioma guarani reunindo todos os participantes, uma roda de peteca e a presença do Coordenador do GTL da FUNAI, que explicará na oportunidade como funciona o processo de cadastramento dos grupos indígenas
 "Pro mode esse" Encontro componentes dos grupos de Natal estarão em Rio dos Índios onde funciona a turma do Projeto MOVA Brasil para uma pre integração no dia dois de julho próximo,
Grupo de Estudo do Amarelão.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Coqueiros, Taba ou Quilombo?

A cabocla Simone de Coqueiros, Fco. Candido Jr.
 e Dionísia Nobre
   Em Rio dos Índios durantes a reunião com os alunos da classe de alfabetização do Projeto MOVA Brasil, estiveram presentes o vice-diretor da Escola Municipal Tito Jr. da localidade de Coqueiros, o CERU, Francisco Cândido Junior que nos veio convidar para participar do projeto “Coqueiros Conta sua História”, na sua culminância, que ocorrera em agosto, com um debate sobre a origem da população dessa comunidade de Ceará-mirim, da qual de uns anos pra cá, algumas pessoas classificam como quilombo. Francisco Junior nos trouxe também sua tese de mestrado que aborda a dita localidade. Depois de apreciar o texto, três pontos contraditórios nos chamaram a atenção: levando em conta a teoria dos que defende a ideia da localidade  ser um quilombo, e que foi formado de negros fugidos dos engenhos de Ceará-mirim, ou ali alojados depois da abolição da escravatura, por serem as terras terras devolutas. Segundo os depoimentos colhidos por Junior, não existe memória de descendência escrava em Coqueiros e que alguns teriam umas “tirinhas” de terras por lá. Outra informação contida no texto é sobre a família Baracho, como uma das supostas família negras.
Os três pontos são: 1º a inexistente de memória de descendência escrava; 2º se ha família Baracho citada  como negra, tem no livro C. Cascudo, A Historia da Cidade de Natal a informação sobre o índio José Inácio Baracho dos índios de Extremoz, enforcando por volta de 1840, por ter matado a cabocla Rosa, próximo a |lagoa do Gervásio, localizada nas imediações do Rio dos Índios.

sábado, 25 de maio de 2013

Mova Brasil/ Rio dos Índios.

Caboclinhos de Ceara mirim, se apresentando na Escola Conceição
  Miranda em Rio dos Índios, durante a comemoração do Dia do Índio.
   O projeto Mova Brasil instalou este ano uma classe de alfabetização m na comunidade indígena do Rio dos Índios, funcionando os trabalhos na Escola Municipal Conceição Miranda, onde desenvolvemos em 2012, as comemorações do Rio do Índio. A professora é a cabocla Simone, localizada pelo professor José Adécio, vice-diretor da Escola Municipal Adele de Oliveira, de Ceara Mirim.
   O Centro de Estudos Indígenas está prestando assistência à mbo’echara e tem  marcada com a comunidade uma reunião na próxima terça-feira à tarde.

Mbo’ehara = professora. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Falta um Índio no Poder.

Dimas Carlos em primeiro plano e Aucides Sales
e Venâncio Pinheiro ao fundo.
(Já dizia chiru Xavante).

    O Vereador Hugo Manso, depois de Augusto Maranhão, foi o segundo aliado a custear a despesas do Movimento Indígena, de formas variadas. Dos velhos tampos do Espaço Cultural da Rua Oeste, onde o Cabra Venâncio Pinheiro espalhava brasas culturais com este galego.
    Prevendo sua posse nos convida (Che ha Venâncio) para montar uma Brigada Cultural, para ocupar espaço no cenário da Grande Natal e temos reunidos nesta véspera de Fim de Mundo batizamos a Brigada Cultural de Mutirão. Arandú Verá, provisoriamente. O dito mutirão, agora composto de dois pensadores, inicia a relacionar nomes para convocar pro mutirão e se fazer os informais convites.
     Nomes já contatados: Fabio Costa de Ceará Mirim, pintor aerográfico, Acânguaçú, Mestre petequeiro, músico e falante da língua tupi, Jonas, recreador que usa jogos indígena, músico e falante da língua tupi, Beto Freitas, ator teatral e auxiliar de Diretor.
     A serem convidados: Reginaldo da Silveira, de Ceara Mirim, pintor escultor, Alberi Barbosa, o palhaço Tuti Frutti. Os flautistas do Amarelão, De Assis...

domingo, 18 de novembro de 2012

Peteca brasil.



    Apresentam-se controvérsias, quando a origem da peteca: é chinesa ou brasileira?
O projeto Peteca Brasil defende a pratica da peteca e o aquecimento da celeuma. Para tanto montou uma oficina de produção de peteca “derna” o começo do ano. O projeto do Grupo de Estudo foi levado para o Rio dos Índios e para a Festa do Município, em Ceara - Mirim, Escola Adele de Oliveira. Em Natal foi criada uma roda de peteca nas sextas, às 16h de frente ao teatro Alberto Maranhão, na Ribeira.
   Logicamente a produção de peteca visa a produção de uma pequena renda, empregada na manutenção do grupo. Três faturas já foram acionadas por vendas de algumas unidades na Festa no Município de Ceara – Mirim, o vereador Capistrano adquiriu 10 petecas e o SETURN fez uma encomenda de 500 para brindar os funcionários. Fora as do sindicato das Empresas de Transporte, as petecas trazem a divulgação do titulo de Herói Nacional, dado pela lei federal  nº 12.701 de 2012. 

sábado, 3 de novembro de 2012

Projeto PETECA!? BRASIL!!! Apresentação.



   A peteca é um jogo indígena que tem obtido destaque internacional, depois que esportistas Frances a levaram do Brasil para a França. Os índios tinham o período da colheita do milho, como período para a sua prática, já que a peteca original é feita de palha de milho verde. Os cabocolinhos de Ceara – Mirim têm a prática do jogo da peteca, como uma das atividades de seu grupo. Atualmente, um pouco esquecida, mas era firmemente praticada durante os três dias das festas juninas (Sto. Antônio, São João e São Pedro).
   A produção de petecas e um circuito de jogos que leva o nome do novo herói nacional, é a proposta deste segundo projeto de atividades da Classe de Adiantamento em Artes. A peteca será um instrumento para difusão da lei 12.701, da cultura indígena e que contribui para a formação da ideia de identidade individual e sentindo de pertinência ao país.

domingo, 21 de outubro de 2012

Parentes



Seu Edvaldo do Rio dos Índios.
   A idade de Seu Edvaldo é uma icógnata nebulosa, localizadas antes de 100 e depois dos 50 anos. Pela sua disposição pro trabalho, diria que ele é “debutante”. A família detém desde do século XIX, pela Lei de Terras de 1860,uma faixa de terra, resultante da divisão das terra da Sesmaria da Cidade dos Veados, (depois de 1762), que foi dada aos índios da aldeia de Guajirú, transformada em Vila de Extremoz.
   O mestre Edvaldo é um caboclo animado. Durante o período junino, arma um animal onde durante mais de mês, se apresentam grupos de quadrilhas juninas. Sua patota de parentes e amigos já visitaram o Amarelão, receberam visita do Centro de Estudos Indígenas do Igapó, Caboclinhos de Ceara – Mirim, estudantes da Universidade do Vale do Acarau (UVA), e alunos de escola do ensino médio.
A população do Rio dos Índios é completa de potiguares da tribo de Felipe Camarão e das tapuias da tribo de Paiacú, reunidas pelos padres jesuítas no século XVII. 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ceara-Mirim



Cida Bueno e Aucides Sales na Escola Adele
de Oliveira.
Peteca em Ceara-Mirim.

    Estuda na Escola Estadual Adele de Oliveira, em Ceara Mirim, uma garota da nação xucuru a recebeu neste dia 18, a visita do Centro de Estudos Indígenas de Igapó e alunos da Classe de Adiantamento em Ensino de Artes. A comitiva visa iniciar um intercâmbio entre escolas de Natal, Ceara-Mirim e São Gonçalo para formação de grupos de estudos indígenas, a partir da prática do jogo da peteca.
   O que une as três cidades, é a história de Felipe Camarão que nasceu em Ceara-Mirim viveu em Natal e São Gonçalo já se chamou Felipe Camarão.
    Infelizmente por ser dia de prova as aulas se encerraram mais cedo e a comitiva não encontrou mais as a ocripe (garota) na escola.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

wacini xiurinja/ore iru/amicus nostrum

Fábio de Ojuara
    Este caboclo que mora em Ceara Mirim, faz sucesso na Europa com suas esculturas e performances, principalmente na Alemanha e Áustria. O tema de suas peças são principalmente os guaiamuns e caranguejos.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Xucuru Ceara Mirim nobe

Mayara Caracciollo é uma okripe (menina) da nação xucuru aldeados no município de Pesqueira em Pernambuco e que morando hoje em Ceara Mirim estuda na Escola Adele de Oliveira.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Parentes/ Ex-Aluno



Assunção, último ao lado esquerdo, um índio capoerista.

Assunção Macuxi.

     Conhecemos este paraguaio na década de 90, foi estudar desenho, na Fundação José Augusto. Aprendeu o jogo de capoeira com nosso Mestre Índio. Mora hoje com seus dois irmãos em Ceara-Mirim na localidade de Lagoa Grande. Seu pai apesar de ser do povo Macuxi, era professor de idioma guarani nas escolas publicas do Paraguai.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ex Aluno Verã.


Eudes Martineri. 
     Em Ceara-Mirim foi instalada em 1993 a Escola Municipal de Artes José Lemos de Oliveira cujos primeiros professores foram Assis Trajano (que os crentes comeram o juízo) e Eudes Martineri. Infelizmente a escola teve breve existência, porém deixou profundas marcas no panorama artístico da cidade, fazendo surgir uma geração de artistas com uma carga maior de informações técnicas sobre as artes plásticas.Além de pintor Eudes é professor de artes marciais de grande nomeada.
     A escola José de Oliveira foi instalada no mandato da prefeita Terezinha Melo contando com a colaboração do Governo do Estado, através da Fundação José Augusto que disponibilizou o técnico de nível superior Aucides Sales da oficina de gravuras Rocine Perez para capacitar os professores e elaborar o projeto pedagógico daquela escola.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Parentes

Seu Edvaldo no seu roçado

        Seu Edvaldo do Rio 
dos Índios.
     
      Durante o mês de São João na casa de Seu Edvaldo ocorre um festival de quadrilhas juninas. Ele é uma referencia na comunidade. Sua família possui um lote da Sesmaria da Cidade dos Veados doada provavelmente em 1762 quando a Missão de São Miguel de Guajiru passou a ser a Vila de Extremoz e que foi dividida entre as famílias indígenas que pra lá foram transferidas, fato ocorrido depois de 1860. Apesar da idade avançada o caboclo velho continua labutando na sua terra, contrariando a fama com quais os e europeus teimam em nos acusar, ou seja, dizem eles que a gente que é índio, é preguiçoso.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Palestra Sobre Felipe Camarão em Ceara-Mirim.


   A Escola Municipal Irmã Arcângela desenvolve um trabalho pedagógico voltado para. Terceiro Objetivo Geral do Ensino Fundamental: a identidade. Dessa maneira abriu uma classe de adiantamento em Ensino de Artes que desenvolve projetos de atividades. Está em curso um ciclo de palestras sobre Felipe Camarão enfatizando as leis e o porquê disso hoje,  ou seja é um projeto intitulado Herói Nacional, Conterrâneo.
    Uma dessas palestras aconteceu no dia 24 de julho às 14 horas no Auto-Esporte Clube, no centro de Ceara-Mirim, dentro das comemorações da emancipação politica da cidade. O coro e orquestra de dança do toré formado de alunos da classe de adiantamento em Artes e do Grupo de Estudos  Indígenas de Igapó; esteve por lá apresentando uma breve pantomima usando cantos entoados durante a dança do tore.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Felipe Camarão em Ceara Mirim

Rodolfo, Felipe, Eduim, Igor e Pampi.
    Alunos da Turma de Adiantamento em Ensino de Artes estiveram se apresentando em Ceará Mirim durantes as festividades comemorativas do 154°aniversário de emancipação política. Os rapazes apresentaram uma pantomima com cantos da dança do toré, precedendo a palestra proferida pelo professor Aucides Sales cedido pela Fundação José Augusto para trabalhar junto à Secretaria Municipal de Educação de Ceará Mirim para participar da elaboração da programação e a referida palestra que versou sobre Felipe Camarão o Herói Nacional.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Caboclinhos de ceara mirim e Felipe Camarão

Magistral grupo folclórico desfilando em Natal numa homenagem prestada pela Brigada Felipe Camarão ao seu patrono contando com a participação da Escola Municipal Irmã Arcãngela e Fundação José Augusto, em 2010.