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sábado, 20 de abril de 2013

dia do índio em Natal


domingo, 9 de setembro de 2012

de Otoniel Menezes autor de Praiera

Manoel Mirim moruvichá potiguara
da aldea de Sagí no RN.
ÍNDIO

Tu, cuja taba invicta, primeira
Ergueste, primitiva, soberana,
Ao sol da livre plaga americana,
- representas a glória brasileira!!

Orgulhoso da história e da bandeira
cravejada de estrelas que se irmana
à grandeza de tudo promana
da floresta, do mar, da cordilheira!

Símbolo vivo, atlético, selvagem,
da pujança e do sonho formidando
que alenta a coragem de Peri.

Flor de bronze da selva! Escuta a aragem:
- a voz de Carlos Gomes, derramando
o Amazonas ao som do “Guaraní”!
(Othoniel Menezes – A República – 16/02/1923)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Historias de Caboclos.

Toinho Miranda, o Voz de Ouro, mão de diamante, nosso primeiro professor de arte. Saravá!!!
Cesário III.

     Cabrero com as bravatas do caboclo Cesário, Paulo Roçadeira resolveu experimentar o índio e ver se a bravata era infundada. Seguiu o caboclo por uma rua que um lado era fundo de casa e do outro, um açude, mato e o cemitério. Paulo botou o cavalo “por cima” de Cesário e este pressentindo o perigo pelo barulho do tropel, saltou longe, caindo em posição de tiro, apontando o dito Shunt e West, Roçadeira pediu desculpas, alegou desembesto do cavalo.
     O pistoleiro viu que poderia virar almoço do caboclo, antes de faze-lo de janta e resolveu chamar um comparsa,  o Zé Chico.
   Toinho Miranda, o Voz de Ouro de Caraúbas, participava dos treinos de tiro que o caboclo fazia no muro de Clube Social de Caraúbas, usando caixas de fósforos como alvo. Toinho botava as caixas e via que ele não errava um tiro, acertando sempre o centro da caixa, fazendo “avoar” palito pra todo lado.
(continua).

quarta-feira, 4 de julho de 2012

flagrantes da cultura indígena


Membi

    A flauta é um instrumento muito usado pela população nativa dos américas. Existem grandes variações de formas e recursos. No Rio Grande, Paraíba e Pernambuco existe uma flauta nativa que ainda é usada pelos potiguares, xucurus e grupos de caboclinhos. É originalmente feita de tacuara, com apenas quatros furos e com embocadura feita com cera de abelha arapuá. A sua escala tem seis notas e timbre agudo. Os Caboclinhos de Ceara-Mirim usam tubo de alumínio para a sua fabricação resultando um instrumento mais curto que a tradicional que tem aproximadamente 50cm.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Crônicas Potiguares



O Sr. Gomes e a Sra. Eudenice Camarão.

 Livro e Camarão

  Em 1970 o conjunto Potilândia começa a ser ocupado. O Campus Universitário, ali pegado... abre na Avenida Salgado Filho, de frente ao Centro Administrativo, a livraria Potilivro, nome inspirado no conjunto residencial. A família Gomes  da lojinha, fez uma rede de lojas instalando a matriz na Rua Felipe Camarão onde há também uma outra loja um artigos escolares. O Sr. imaginava não ser o nome muito adequada para uma livraria por se tratar de um índio.
     Eu Fui ao Tororó.
   A poucos messes houve pela imprensa local, uma polemica em torno da pretensão de trocar o nome da Rua dos Tororos, para “Wilsom de Tal”. Um morador dessa rua falando à um jornal afirmou não saber quem nem porque botaram o nome desses índios nessa rua, mas Wilsom sim, era um homem sério que ajudou a muita gente, por que era um desembargador.
   Vê se ai a ineficiência de nossas escolas: este cidadão que diz ser sério, o seu Wilsom, desconhecia a historia do Brasil. Acredito que é dever da escola ensinar a historia da rua, bairro, cidade, estado, pais, continente e etc... Será que não ensina? Se ensina ela não quis aprender. E se passou sem aprender? A escola foi negligente... Afinal  a Guerra do Paraguai não é uma coisa séria? A Batalha do Tororó é um dos seus principais episódios... e muita gente la morreu. O próprio Osório foi ferido na mandíbula...
   Feliz coincidência é ter a matriz do Potilivros vir para esta rua cujo patrono é parte do nome da loja, uma vez que Poti é no idioma tupí ,camarão.

domingo, 1 de julho de 2012

Cinzas de São Pedro

As cinzas da fogueira é o sinal nostálgico do fim das festas juninas
Fim das festas juninas
    29 de junho encerram oficialmente as festividades juninas, festa européia que coincide com as festas indígenas da colheita do milho, iniciadas pelos povos tapuias, com o reaparecimento da constelação das Sete Estrelas. Entre eles aconteciam as chamadas Olimpíadas Tapuias em homenagem ao deus Badzé. haviam corridas da árvore e concurso de dança e arremesso de dardo.
   É desse período o jogo da peteca, feito com a palha verde da espiga do milho.
   No Paraguai também é muito comemorado a festa de San Juan, não sei se também acontece nos dias de Santo Antonio e São Pedro como aqui.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cripó



       Esta figura esculpida em madeira representa uma tapuia (índio que não é da nação tupi). A imagem foi obtida a partir dos trabalhos do pintor holandês, Albert Ecoult, fotografias e pesquisas de campo, nas regiões de missões para catequese indígena, e nos grupos de remanescentes indígenas isolados, citados por Nestor Lima em seu livro Historia dos Municípios do Rio Grande do Norte.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PARENTE

Seu Tonhô Caramurú





Seu Tonhô mora na aldeia de Acajuty biró da terra indígena Potiguara da Baia da Traição. É o maior intuziasta e defensor da fortificação da cultura indígena. Com o pajé Chico de Urubu, determinaram o padrão da peças e o material a ser usado, excluindo descaracterisações incluídas pelo contato com os outros povos.
  Ambos participaram como figurantes do filme “A Batalha dos Guararapes “, produzindo na década de 70, em Recife.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

novo morubixáguaçú da T I Potiguara

Na aldeia de Acajutybiró, Sandro Potiguara, o novo cacique geral dos potiguaras de Baia da Traição durante a visita dos fotógrafos potiguares, neste domingo 03 de junho.. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

união cigano / indígena

Marcinho, um índio guajajara de Barra do Corda, Maranhão e sua esposa Calim, no rancho do Capitão Charuto, em Nova Natal. Esse grupo é da tribo dos Carnaúbas que outrora fora chefiado pelo Capitão Zé Garcia.

domingo, 13 de maio de 2012

Vereador Solicita Monumento Para o Índio Poti

  
    O vereador natalense  Franklin Capistrano encaminhou pedido a Fundação José Augusto (orgão do Governo do Estado) para que esta erga um monumento ao índio potiguar Felipe Camarão para ser afixado na Praça Cívica, no bairro do Tirol. O monumento é uma homenagem pelos títulos de Herói Público Municipal e Estadual. O local escolhido se deve ao fato de ser nesta praça onde ocorrem as principais comemorações cívicas da cidade.
Vereador Franklin Capistrano.Add caption
      Capistrano é o autor da lei que torna Felipe Camarão Herói Municipal e a Fundação José Augusto já recebeu  uma sugestão para esse monumento de autoria  do escultor Eri Medeiros. Segundo fontes seguras existem recursos para monumentos nos cofres do Estado, e a ideia conta com a simpatia da professora Isaura Rosado, Diretora desta Fundação.