quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Crexe/ Yvyrá/ Arborum.


Jujú.

   Esta árvore estranha é a capera. Cresce muito, porém é frágil como a carrapateira com que muito se assemelha, principalmente por ser oca. Seus galhos são utilizados na fabricação de carvão especial, usado para fazer pólvora preta. A garotada também os usa para construir um brinquedo chamado jujú ou galamate. É um pau mais grosso de cerca de 150 cm de altura onde se põe outro no sentido horizontal dotado de um encaixe, onde se bota pó de carvão para diminuir o atrito. Nesse pau se penduram dois meninos, um em cada ponta e os outros 
os giram ambos até que um deles peça para sair, por já estar muito tonto.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Universo Guarani em Expanção II

  Nesta sexta-feira o GE Indígena Ocarausupitã no seu mutirão de estudos, tratou da produção do material didático a ser usado nos próximos encontros (a partir de quarta-feira). O esforço visa o maior rendimento no aprendizado do idioma guarani, que vem galgando degraus na preferência militantes da guerrilha cultural urbana.
material produzido pelos tupinólogos.
  Duas turmas de férias terão breve inicio: a de Nova Parnamirim, (nas próximas semanas) e a segunda em Igapó, na casa do Professor Manoel, como vem acontecendo a alguns anos.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E. M. Erli Parente reconhece.


Trabalho da E. M. Irmã Arcângela.

     Esta pequena escola municipal, no conjunto Igapó, próximo ao rio, é a primeira escola de toda a cidade, a fazer eco com a sua colega e conterrânea, a Escola Municipal Irmã Arcângela, no bairro de Igapó que levantando a bandeira do Herói Felipe Camarão seu conterrâneo, conseguir conferir o titulo de Herói, assinado pela presidenta Dilma Rousef, no dia 6 de agosto, deste ano que se findou.
   Professores da Erli Parentes na Semana da Cultura destinaram uma área verde para cartazes alusivos à cultura indígena. Vejam este abaixo:

sábado, 5 de janeiro de 2013

Galeria Tapuia


Dedéca.



   Este jovem tapuio é de uma família de avantajado tamanho, em estatura, número de componentes e firmeza de caráter. Danilo Almeida seu sobrinho é perrengue do G. E. Indígena de Igapó e dava da suas como ogam do peji de sua família. Veridiana, a mãe de Danilo participou, quando aluna do E. M. Irmã Arcângela, do Grupo Teatral daquele colégio, dirigido pelo professor Aucides Sales.
   Dedeca está sempre a exibir este sorriso inocente, próprio de uma pessoa sem maldade.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Viva a irmã Terezinha!!!!!!


    Esta nascendo a Banda de Música do Amarelão. Enfim o sonho da nossa querida Irmã Terezinha se concretiza e da melhor forma possível: havendo agora pessoas no próprio Amarelão, capacitadas para conduzir o grupo sem depender totalmente de pessoas estranhas à comunidade, uma resposta a altura do esforço desenvolvido por essa heroína gaucha que já algumas décadas dedica sua vida aos caboclos do Amarelão.
   Para felicidade de todos, a juventude Mendonça se esforça com firmeza para realizar as sugestões da galega. Fernando Batista, Rozania Barb e suas cinco irmães, são os motivos maior do orgulho da Irmã, pois o Fernando além de ser aluno do Curso de Música na UFRN, acaba de estrear como violonista clássico muito aclamado em João Câmara, e a Rosania e irmães, auxilar o Fernando na organização do grupo de flautas e do grupo do toré


boa tarde meu povo querido!!!
estou muito feliz, pois hoje fiz meu primeiro contato com meu mas novo instrumento
é tão lindo,,,, clarinete
 — com João Paulo Mello e Anderson Santos.


Fernando Batista O primeiro passo da nossa banda de música do Amarelão!

Falta um Índio no Poder.

Dimas Carlos em primeiro plano e Aucides Sales
e Venâncio Pinheiro ao fundo.
(Já dizia chiru Xavante).

    O Vereador Hugo Manso, depois de Augusto Maranhão, foi o segundo aliado a custear a despesas do Movimento Indígena, de formas variadas. Dos velhos tampos do Espaço Cultural da Rua Oeste, onde o Cabra Venâncio Pinheiro espalhava brasas culturais com este galego.
    Prevendo sua posse nos convida (Che ha Venâncio) para montar uma Brigada Cultural, para ocupar espaço no cenário da Grande Natal e temos reunidos nesta véspera de Fim de Mundo batizamos a Brigada Cultural de Mutirão. Arandú Verá, provisoriamente. O dito mutirão, agora composto de dois pensadores, inicia a relacionar nomes para convocar pro mutirão e se fazer os informais convites.
     Nomes já contatados: Fabio Costa de Ceará Mirim, pintor aerográfico, Acânguaçú, Mestre petequeiro, músico e falante da língua tupi, Jonas, recreador que usa jogos indígena, músico e falante da língua tupi, Beto Freitas, ator teatral e auxiliar de Diretor.
     A serem convidados: Reginaldo da Silveira, de Ceara Mirim, pintor escultor, Alberi Barbosa, o palhaço Tuti Frutti. Os flautistas do Amarelão, De Assis...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Historia de Caboclo

oficiais do 17 GAC visitando a escola Conceição
Marques, no Rio dos Índios.

“Seu Binga”.

(prólogo)
       Enfim, encontramos a monografia de Jeam Leite que aborda o Rio dos Índios e suas figuras lendárias como o Capitão Mor da Cidades dos Veados o Quincas Julião, e o Zumba do Timbó e sua esposa lendária e por fim. “Seu Binga”, personagem onipresente na década de 70.
       Infelizmente, a monografia não acrescentou muito, ao pouco que já havíamos coletado omitindo muitos outros fatos do último quartel do século XX. Dessa maneira prosseguimos a partir de agora com as nossas narrativas, sabendo ele que o colega não cometera alguns deslize, uma vez que tem um número maior de informações que as contidas na monografia.