sábado, 18 de maio de 2013

Universo Guarani em Expansão.


Guarani no Amarelão.
  Começou nesta sexta-feira, 03 de maio, as aulas do idioma guarani no Amarelão. Diego Acaguaçu esta à frente de uma enorme turma de mais de 50 alunos e sem dúvida vai precisar de ajuda. O grupo Ocararuçupitã retoma o trabalho neste reduto indígena onde já desenvolveu com o grupo do Igapó outras atividades como a formação entre os Mendonças, de um grupo de dança do toré, o jogo da peteca, o uso das guias de contas, e o idioma guarani além do Projeto Flauta Cabocla, financiando pelo BNM.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Lerson Fernandes, Diretor da unidade do IFRN do
Cento da Cidade.


Guarani no IFRN.
  O calom Lerson Fernandes liberou e o movimento Indígena imbiocou! Eita! Com foi aqui noticiada, o Grupo de Estudos Indígenas do Igapó iniciou nesta tarde de quarta-feira, dia 9, na sala 78, da unidade da Rua Rio Branco, no Centro de Natal,  os encontros para estudo da Cultura e Idioma Guarani, contando com razoável assistência, em virtude da pouca divulgação. 
   O Movimento Indígena vem crescendo no Rio Grande do Norte e recebendo a cada dia, mais adesões, uma vez que a bandeira do Movimento, a IDENTIDADE, é aceita cada vez mais como arma principal no combate a ALIENAÇÃO, que vem invadindo e desgastando nossa cultura desde 1943 quando os EUA iniciaram seu programa de dominação da America, na época chamado Política da Boa Vizinhança.
Glossário
imbiocou: entrou com rapidez.

domingo, 12 de maio de 2013

Jepuruvo Arandu

Aderildo Rodrigues e Aucides Sales atuando na Escola
João Lino no Catu, a primeira escol indígena do estado.

   Acabei de receber a notícia que o projeto "JEPURUVO ARANDÚ "Utilizando Sabedoria" - Despertando o índio nas escolas do Rio Grande do Norte - que eu e Jussara fizemos (em nome da Associação Comunitária do Amarelão, para realizar Seminários sobre Educação Escolar Indígena nos municípios do Rio Grande do Norte onde estão localizadas as comunidades indígenas) e encaminhamos para o Edital do Prêmio Culturas Indígenas.... foi APROVADO. A entrega do Prêmio será em junho. Agradeço a Akanguasú Diego que ajudou na escolha do nome do projeto.

(Tahise Campos)

sábado, 11 de maio de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.


Índios? Presente!!
  A despeito da Imprensa Nacional noticiar todo dia do índio, que os dois únicos estado onde os índios foram dizimados, são Piauí e Rio Grande do Norte. Sabemos que Extremoz, S.J. de Mipibú, Vila Flor, Portalegre, Açú e Caraúbas, são cidades fundadas por população indígenas no século XVIII, ou seja depois  da Guerra dos Bárbaros quando nascem as cincos primeiras vilas do nosso estado, todos de populações formados  de índios aliados ou índios revoltados que fizeram acordo de Paz, recebendo assim terras e gado.
  Como reforço a esta prova, podemos citar o fato de estar a FUNAI instalada aqui no Rio Grade do Norte à cerca de três anos. Prova real, mas muitos silenciosa. Porém uma prova muito barulhenta aconteceu na manhã desta sexta-feira passada, dia 26 de Abril. Indígenas, militantes e simpatizante do Movimento Indígena do Rio Grande marcharam da Praça Cívica, para o Centro de Natal, fazendo duas paradas estratégicas, uma no IBGE e a outra na Procuradoria de Justiça do Estado onde foram recebidos as suas lideranças que apresentaram suas petições.
   Estes indígenas reunidos à dois dias em Ponta Negra, discutiam estratégias de ação e a eleição de representantes estaduais da APOINE (Associação dos Povos Indígenas do Nordeste).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.

Grupo Ocarusupitã numa roda de peteca


Petecas.
  O Movimento Indígena tem investido esforços para tornar mais visível suas ações e além da dança do toré, acrescenta agora o jogo da peteca. Para tanto trabalha desde o ano passado na fabricação de petecas e na sua pratica. O Grupo de Estudos Indígenas de Igapó iniciou a fabricação e prática agregando a peteca à dança do toré. O GEI Ocarausúpitã partilhando uma oficina de artesanato indígena fabricava flautas, colares e maracás levando as petecas para a Praça Vermelha (Andre de Albuquerque).
  No movimento Fora Mi+Carla, a peteca foi o esporte dos Estudantes, nas paradas das marchas do Movimento. Ela desce para a Ribeira, quando o Eletrocana Bar inicia as aulas de guarani e se agrupando com o Grupo de Teatro Experimental Saisõ Moãi levou a peteca para a Escola Marista, aqui em Natal e São José de Mipibú, no Museu do Vaqueiro, em forma de Oficinas de Petecas, composta de palestra, demonstração de sua fabricação e uma roda de Peteca.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Krexe-yvyra-arborum.


Caju Piranga.
   Via de regra o caju é amarelo, assim reza seu nome “aça-ju” que quer dizer cabeça ou ponta amarela. Porém exista a fuga a regra: o caju piranga, que como anuncia o nome, é vermelho. Na fotografia temos um cajueiro safrejando fora de época uma vez que se sobe que a safra do caju acontece em dezembro, portanto temos duas exceções às regra.
   A safra normal do caju, servia para contar a idade dos antigos, como nos informa o escritor apodiense Nonato Mota no seu livro “O Cajueiro do Nordeste” onde afirma que se dizia “tenho tantos cajus” quando se perguntava a idade e uma pessoa.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Galeria tapuia.


Fátima Arruda.
Esta jovem senhora é uma tapuia afeita às letras. Compôs por muitos anos a equipe  de pesquisa do Centro de Estudos e Pesquisas Juvenal Lamartine da Fundação José Augusto havendo por tanto, participado da elaboração de vários livros produzidos neste Centro contendo pesquisas realizadas pelo CEPEJUL das quais “Fatoca” participou.