Os jesuítas exploraram os dotes musicais dos guaranis,
levando seus pupilos para fazer conserto na Europa. Parece ser um dote deste
grupo étnico: a música. Aqui, entre os Mendonças, cumpre-se a regra. Vejam este
pleno Amarelão, com o umbuzeiro como testemunha.
sábado, 24 de agosto de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Peteca no Santa Catarina.
Esta se gestando na Praça do Coqueiro, no conjunto Santa Catarina um grupo de estudos indígenas. As atividades se iniciaram com uma roda de peteca no final de junho, arganizada por Jefersom Nambycuara auxiliado por Lobinho Guará, este último, veterano do G.E.I de Igapó
. As rodas aconteceram nas terças de manhã e nesta semana
recebeu a visita do vereador Hugo Manso que veio apadrinha-la e protege-la da
tarraxis que quase a esvaziava depois de uma “nupãha”
patotape.
Petecada Felipe Camarão.
| Elementos do Grupo de Estudos Indígenas Ocaruçupitã entregando o Abaixo Assinado no Palácio Felipe Camarão. |
Dentro da programação do Agosto da Alegria aconteceu
nesta sexta-feira a entrega de um Abaixo Assinado solicitando a construção de
um monumento em homenagem a Felipe Camarão. O evento se chamou “A petecada” e aconteceu ontem na Praça André de Albuquerque, com oficina e roda de peteca,
palestra e a entrega do documento que foi protocolado no Palácio Felipe
Camarão, sede do Governo Municipal ás 15:00. A coordenação do Grupo de Estudos Indigenas Ocaruçupitã e dos Grupos de Estudos Indígena, Igapó e Tavarovy com
apoio das Mandatos de vereadores Amanda Gurgel e Hugo Manso.
O monumento deve ser erguido no local da “tapera” de
Potyguaçu que fica no lugar chamado Alto da Torre no Bairro Salinas, na Zona
Norte de Natal.
sábado, 17 de agosto de 2013
Fruto do Encontro de Jovens Indígena do RN e PB.
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| Juruna Xucuru, desenvolve um trabalho de fortificação do idioma tapuio utilizado por indigenas do RN e PE. |
Já aconteceram dois encontros de jovens indígenas
reunindo-se da primeira vez, em Natal e recentemente (dia 03,04 e 08) na Baia
da Traição (PB), aconteceu o segundo. Os jovens do RN se toparam com o fruto
avançado do que vem sendo desenvolvido em nosso estado. Na Paraíba, os Potiguares
compreendem claramente a importância de saber, daí dar ênfases ao estudo do
idioma nativo e etnohistoria, componentes curriculares das escolas que existem
naquela Terra Indígena.
De certa forma isso por aqui vai começando, pois os representantes da
Lagoa de Tapará assomam com a disposição de iniciar a formação de um Grupo de
Estudos Indígenas, fato até então preteridos pelos tapuios da Lagoa.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Xiurinja.
| A. Maranhão e Aucides Sales. |
Maranhão.
Pedimos ajuda ao Sindicato dos Professores, que é notoriamente
de esquerda, para este nosso blog, visto que somos professores e alunos, de uma
escola municipal e tratamos da lei 11.645/09 que se refere à identidade, e ainda de um Herói da Pátria, que é natalense. Nosso pedido foi indefinido. Augusto Maranhão, Diretor de comunicação do SETURN, apoia o Movimento Indígena,
tanto com favores da sua Empresa, a Cidade das Dunas, como com favores do
Sindicato dos Proprietários de Empresas.
Pelo acima exposto, recebi criticas de um cidadão... A
este moço afirmo ser o Augusto, um autentico Mecenas, e gostaria que este
irmão, me mostrasse onde nos “chaleiramos” o Sindicato ou o Próprio A. Maranhão, que para
muitos é um mero burguês, mas que sem a ajuda dos recursos que ele disponibilizou
para nosso Movimento, muita pouca causa teria acontecido. E a um anarquista, não
é dado o direito, de ter preconceito: Augusto Maranhão é muito mais humanista
que muitos esquerdistas.
Potyguaras e tapuias em Acajuty biro’
![]() |
| A representante dos tapuias de Tapará, representante dos potiguares, nosso "perrengue" Canindé e Aline Macedo do CRDH. |
Diego Acanguaçú e Gersom Canindé estiveram com representantes das comunidades
indígenas do RN nas aldeias de Acajutybiró e Três Rios da Terra Indígena
Potiguara da Baia da Traição, na Paraíba. De lá trouxeram informações sobre as
escolas indígenas da T.I onde se fortifica a cada ano o projeto do professor
Eduardo Navarro de fazer renascer o uso do idioma Tupi, como idioma dos
potiguaras. O trabalho deste emérito Doutor, foi singelamente iniciada na década
de 90 pelo Movimento Indígena do RN, naquela época ainda nascente e, portanto, sem nenhum recurso.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
G.E Indígenas de Igapó Auxiliam Professor da Escola de Belas Artes da UFRJ.
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| Seu Zé Bitú, Gerson e Diego, Seu Tonhô e Aucides. |
O titular da cadeira de Arte Indígena da Escola de
Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Aldemar Norek, recebeu uma valiosa
ajuda do pesquisador Aucides Sales, do quadro de funcionário José Augusto, que
desenvolve trabalho nesta área. Dessa
forma lhe forneceu uma bibliografia básica e informações sobre o Museu
Emilio Goeldi e o Câmara Cascudo, onde poderá enriquecer as informações sobre o
universo cultural dos troncos étnicas do povo indígena brasileiro. Além das
informações Aucides Sales, também integrante s do G.E Indígena de Igapó, acompanhando de
Diego Acanguaçú, Gersom Canindé e o índio Potiguara Zé Bitú acompanharam o
Professor até a Terra Indígena dos Potiguaras da Baia da Traição, exatamente,
na casa do monhngara Seu Tonhô, onde se pode gravar a execução de algumas peças musicais,
à flauta, bobinho e maracás, entremeados de cantos os quais foram gravados por
Mario de Andrade em 1927, durante a sua pesquisa folclórica no Nordeste.
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