Na fotografia termos o caboclo
Aucides Sales contando lendas indígenas para a gurizada do Catu em
Canguaretama, alunos do professor Aderildo Rodrigues, ambos componentes do
Centro de Estudos Indígena de Igapó.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O contador de historias.
tapará motyiru III
Os cristãos são obrigados a acreditar que os governantes são escolhidos por Deus, que dessa forma devem obedece-lo e consequentemente aceitar que nosso continente pertence aos europeus já que o Papa no Tratado de Tordesilhas, deu aos espanhóis e portugueses as novas terras descobertas por Colombo. Isso era a TEOCRACIA. Claro que hoje na DEMOCRACIA isso não existe, porém algumas pessoas ainda pensam assim.
Durante a reunião em Tapará as tapuias informaram que um fazendeiro proibiu pesca e banho na lagoa de Tapará, e ingenuamente escreveu numa placa o seu delito, uma vez que a Constituição Brasileira é bem clara quanto ao uso das águas de superfície: todas pertencem ao Estado Brasileiro e cabe ao proprietário do imóvel que as contém, manter uma faixa de 30 metros em suas margens, sem uso e deixar um corredor de acesso.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Parentes.
Aqui nos temos reunidos na
comunidade do Catu, em Canguaretama, três tapuias: um xucuru, um trairiú e um deve ser Paiacu se tomar a missão de Paiacus que foi fundada na Lagoa de São João
no inicio do século XVIII. Aderildo veio da cidade de Açú e por tanto é da tribo que era chefiado
por Jandui, no período Holandês. O terceiro tapuio é um xucuru oriundo da
aldeia de Pesqueira, em Pernambuco. Seu nome é Juruna Xucuru.
Os xucurus são da mesma nação
dos janduis e aliados históricos figurando no tratado de paz que o “pajuru” Canindé
fez com o Rei de Portugal em 1694.
Glossário:
Pajuru = tuixá.
motyrum taparápe II
A reunião com as tapuias de Tapará foi bastante proveitosa. Além de algumas providencias foram levantadas questões e discutidas as ações futuras além de troca de informações importantes.
Mendonças barram pastor
A representante do Amarelão relatou que os Mendonça peitaram um pastor protestante que comprou um terreno no Amarelão para fazer um de seus templos mas que sabendo da intenção, os Mendonça foram avisar ao pastor que se fosse construir ali, que ele se preparasse pra brigar pois eles não admitiam a sua ação na comunidade. Não se sabe qual a decisão do religioso, mas o fato é que não voltou ao Amarelão e não mandou material de construção.
Carnaval na Redinha
só o coió
Quarta feira de cinzas, mas o caboclo aí não se entrega... tomba pra lá, tomba pra cá... e lá vai ele pelas ruas da Redinha esperando a saída do bloco do Baiacu na Vara. O carnaval tem recobrado seu vigor nos últimos anos, em especial os blocos e bagunças.
Quarta feira de cinzas, mas o caboclo aí não se entrega... tomba pra lá, tomba pra cá... e lá vai ele pelas ruas da Redinha esperando a saída do bloco do Baiacu na Vara. O carnaval tem recobrado seu vigor nos últimos anos, em especial os blocos e bagunças.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
MOTYRU TAPARAPE
Teatro Experimental estréia no Movimento Indígena
Hoje pela tarde, aconteceu na localidade de Tapará, na fronteira entre as cidades de Macaiba e São Gonçalo, a reunião já anunciada. Presentes o Coordenador da CTL da FUNAI, Martinho Andrade, Taise Santos, do Amarelão, representante da APOINE, Vanda Soares do Catu, um representante da Fundação José Augusto e três componentes do Grupo Teatro Experimental que assim se integra de fato ao Movimento Indígena
Xiurinja.
Lersom Fernandes.
A família Fernandes, segundo a
tradição cigana é uma das três família que forma a nação Calém que habita o
nordeste brasileiro.
Lersom mantém os traços físicos
do jogo cigano. Ele dirige não conheça a tradição cigana. Ele dirige a unidade
do Instituto Federal da Avenida Rio Branco e tem “abrido” as portas desta
unidade, para o Movimento Indígena. O Amarelão já Mandou o seu toré e duas
palestras sobre a cultura indígena foram ali proferidas. É um educador que tem
apreço a arte e a cultura de nosso estado.
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