sábado, 11 de janeiro de 2014

G.E Indígena Ocarusúpitã visita Potiguares da PB.


   Neste dia 30, esteve uma patrulha do Ocarusupitã na aldeia São Francisco e Caiêra, na Terra Indígena Potiguara da Baia da Traição solidificando a retomada do intercâmbio com o grupo potiguara da Paraiba. Troca de presente, bejus, bolo-preto, curica, penas de arara, petecas, apostilhas de idioma tupi e contatos para um futuro empreendimentos na área do turismo e cultura do caju, foram feitas nesta embaixada.
   O fotografo Anchieta Xavier é um empreendedor que se prepara para firmar o trabalho já iniciado com os indígenas. 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Ketse- ca’a-flora.


   Maturi
 Até o inicio da década de 70, vimos caboclinhas sapecas, exibindo desafiadoras, as iniciais dos seus amados, tatuadas, no tronco das coxas, com leite de maturi. Enorme contraste existe entre a vinga do caju, doce e saboroso com a sua intragável vinga, o que chamamos “maturi”, pois a futura fruta contém um sumo leitoso que mancha tecidos e marca a pele, sendo intragável integrando o irônico banquete de ervas agressivas: sala de de urtiga,farofa de maturi e refresco de fumo.
   E nome de uma revista editada em Natal, no período da ditadura militar que tinha caráter critico, ácido.

Acanguaçú.

Venezuela pe.

   O nosso “perrengue” Diego Acanguaçú e Aline Macedo, ambas do Motyrum Indígena, entidade do complexo de extenção universitária da UFRN, estão na Venezuela participando de um congresso sobre os povos indígenas... além dele também está por lá, o professor da URN, José Glebsom, nosso aliado e morubixa do evento.

Peteca Guajirú pe.

   Uma brigada mista do Grupo de Estudos Indígena do Igapó e Ocarusupitã esteve pela segunda vez na cidade de Extremoz realizando dos trabalhos de formação de um grupo de Estudos Indígenas nesse antigo aldeamento de caboclo da língua geral e tapuias, então regidos pelos padres jesuítas. A operação foi iniciada na oca de Natam Guajiru de onde se deslocou para as ruínas da igreja dos Jesuítas onde foram levantar peteca e em seguida foram à lagoa onde se fez uma reunião de estudos.

Ktsé-Ca’a-flora.


Grajiru.
   Está grande arvore que lembra  o salgueiro, tem um frutinho comestível que não excede a 3/4 de polegada, de cor verde clara, tendo no seu interior, inúmeros sementezinhas de tom claro. A sua folha de tom verde escuro lembra a do cajueiro, sendo, porém mais expressa.
   Do seu nome, temos sérias dúvidas de qual seja a sua origem e significado. Ocorre com grande freqüência nas dunas de nosso litoral e dessa forma, é topônio nessa área. É o antigo nome da cidade de Extremoz que ostenta duas imponentes guajirus ao lado das ruinas da magnífica igreja jesuíta, da Missão de São Miguel do Guajirú.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Macaco Pirata

Paulo, o empresário e elementos do Ocarusúpitã.
    A brigada de produção do Grupo Ocarusupitã fechou trato com o restaurante e Espaço Cultural Macaco Pirata para decoração do local oficina e roda de peteca durante os eventos que acontecerão neste inicio de ano ali naquele centro cultural. O Macaco Pirata fic ana praia de Búzios, na divisa com Tabatinga.
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Peteca Guajirupe

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   Uma brigada mista do Grupo de Estudos Indígenas de Igapó e Ocarusupitã estive pela segunda vez na cidade de Extremoz realizando os trabalhos de formação de um grupo de Estudos Indígenas nesse antigo aldeamento de caboclos da língua geral e tapuias, então regidos pelos padres jesuítas. A operação foi iniciada na oca de Natam Guagirú de onde se deslocou para as ruínas da Igreja dos Jesuítas onde foram levantar peteca e em seguida foram à Lagoa onde se fez uma reunião de estudos.