quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Flagrantes da Cultura Indígena.


Tapioca/peixe.
   Prato típico do Nordeste e Norte Brasileiro, a tapioca recheada de pequenos peixes é uma combinação de amido, proteínas e gordura, que nas tabas é completada com as vitaminas da pimenta, fatiada e postas junto ao peixe.

“O que é,
O que é?
Tapir passou, por aqui
 E fez oca”.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Universo Guarani em Expanção


Reinicia motyru em Igapó.
professor Manoel,  anfitreão.
    Nesta próxima quarta-feira na casa do professor Manoel, na Rua Paratinga, a partir de oito horas a primeira reunião do Grupo de Estudos Indígenas de Igapó. Estes encontros acontecem nos finais do ano reunindo elementos do G. E. Indígenas de Igapó e Ocarauçupitã. Neste ano haverá a presença de elementos do novo GE, formado em Parnamirim, o Tabaroby.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Galeria tapuia.


Eusébio.
 Este tapuio de compleição física robusta produz delicadas peças de artesanato, jóias com pedras semipreciosas, engenhosos cachimbos, instrumentos musicais e móbiles. Além de artesanato, na sua banca também vende livros e faz tranças com contas, como se pode ver na fotografia. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

E as 300 petecas?



                  Interrogados sobre o destino das 300 petecas, Augusto Maranhão explicou que para publico destinou um tipo de presente. Era dia 16 de dezembro, estávamos no 17º GAC, na solenidade de Passagens de Comando e logo após no Iate Clube, o Apresentador da TV União explicava que partindo do raciocínio acima exposto, a empresa Cidade do Natal, sendo a mais cultural, recebera como presente para as crianças  dos funcionários, “material escolar” para incentivar o estudo, e AS PETECAS! (para incentivar a formação da ideia de identidade individual).

sábado, 12 de janeiro de 2013

Corroveara.

duas corrovearas floridas
    Os holandeses do século XVII anotaram o nome do esporte principal dos índios tapuios do Rio Grande do Norte: corroveara, ou “a corrida da arvore” disputada todo mês de maio/junho. Descrita com pormenores por Roloux Barro e ainda hoje praticados pelo grupo macro ge o que corresponde aos povos Xavantes, Xerentes, Craôs,  Timbiras, Janduis, Canindés, Curemas, Canelas, Apynajés, Xucurus e Panatis.    
  Corroveara significa “carnaubeira” palmeira de cujo tronco fazem as toras para a dita corrida, simbolizando os dois partidos que dividem as tribos. A corrida praticada por diferentes tribos, tem regras diversificadas, porém, todas são praticadas por duplas de jovens que correm portando toras de palmeiras,.No caso da tribo do chefe Jandui eram toras de carnaubeira, que no idioma da tribo se diz corroveara. 

TUPINÓLOGOS SE TOPAM EM PIUM

guarenha e apresentação da Cripó ta'anga.

   REPRESENTANTES DOS GE INDÍGENAS
IGAPÓ, OCARUÇUPITÃ E TABAROBY VISITAM O PESQUISADOR SOPA D'OSSO
   Nesta quarta feira como fora programado, uma patrulha guarani se deslocou até a localidade de  Pium no vizinho município de Parnamirim mode fazerem uma visita ao Professor Mestre Haroldo Brito Sopa D'Osso, na ocasião também foi devolvido o precioso livro do professor Lapenda, sobre o idioma dos tapuias fulni-ô.
flagrante da devolução.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Ketse/ ca’a/ flora.


Melão de São Caetano.

“Capelinha de melão
É de São João.”

  As ramas de Melão Caetano invadem as cercas, muros e casas abandonadas com suas ramagens. Logo bota suas rosas amareladas e depois seus frutos de um amarelo muito vivo, com os quais se alimentam os passarinhos. A garotada a chamam de “galinha de melão” e brincam com elas, fazendo funcionar a imaginação.