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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Peteca Guarecôvo.

Grupo Ocarusupitã brincando de peteca.
Cuidando da peteca.

Numa roda de peteca
Só fica o Catúpyry
Que é aquele que rebate
Não deixa ela cair.

   O jogo da peteca começa com uma roda de número indefinido de pessoas e termina em uma dupla da qual, aconteceu com todos da roda, com exceção do catúpyry, que se torna o proprietário da peteca, por não deixar ela cair.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Peteca jerê


jogo de peteca no Amarelão

   Era comum até a década de 1960, as Rodas de Peteca, que se formavam no mês de junho no finais das tarde, de frente a igreja de cada cidade de uma torre, do Sertão Potiguar.
   Varias são as regras da Roda de Peteca. A principal é “não deixar a peteca cair” o que implica na saída do jogador que falhou, da roda. Dessa forma vão sendo eliminados até resta apenas o catupyry, o hábil vencedor. Este é aquele jogador que nunca erra o golpe. O golpe mais apreciado é o que faz a peteca subir mais alto. Algumas rodas, porém não seguem nenhuma regra, ninguém sai e os jogadores procuram manter por maior espaço de tempo a peteca no ar.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Peteca na Pipa.

    O Projeto “Peteca Brasil!” segue em curso desenvolvendo atividades para fortificar a prática do jogo da peteca, havendo realizado uma oficina deste esporte indígena brasileiro dentro da programação do FLIPAUT, Festival Literário de Pipa Alternativo, que ocorreu nesta semana, “desorganizado” pelo irreverente Jaques D’Emile.
    Dentro do caos programático do italiano , vemos com absoluto sucesso (graças a Bruno Alves e Epitácio Andrade), as atividades da oficina que atendeu as 10 previamente inscritas crianças agregando ainda alguns adolescentes excedentes que receberam informações sobre as tradições indígenas brasileiras dentre as quais este jogo de origem controvertida, pais os chineses também o praticam.
    Polêmicas a parte, no Brasil os caboclos a faziam com palhas de milho recheadas com algodão, portanto, uma prática junina, com partidas intermináveis e obrigatórias nos dias de Santo Antônio, São João e São Pedro. A prática incentiva o aperfeiçoamento pessoal e a colaboração, pois, toda roda é responsável por “não deixa a peteca cair”, e para isso cada um tem que ser um “catupyry”.
glossário: 
Catupyry : habil, destro.