terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Barraco da Tinta

Foto: Bom dia!
Não deixe a peteca cair.
Breve promoções em nossa fanpage   O gerente do mercado Cidade Jardim refutou o nome... lembra favela e favelado não compra pintor.  O proprietário consultado sobre o nome da nova loja, classificou como original e atraente e assim ficou. O tempo confirmou o raciocínio do lojistas como verdadeiro. Essa larga visão foi confirmada pela peremptória encomenda de petecas que este comerciante (Silvano Medeiros) fez, logo que entrou em contato com a equipe produtora e comercializadora de petecas. 

O novo grupos de estudos.

   A zona sul foi abordada pelo GEI Ocarusupitã durante estas ultimas férias, porém apesar do evidente interesse de muitos militantes que moram nessa região da cidade, a coleta de frutos tem sido lenta, porém existe. O finado Formigueiro, o Conjunto Ponta Negra Vale Encantado e a Praça dos Eucaliptos, foram locais onde o Ocarusupitã fez investidas que resultaram em um minúsculo grupo em Candelária, na casa de Valério Guiné, do grupo Egbé de capoeira Angola. 

Universo(guarani) em Expansão.

 Ginásio Nélio Dias.
  O ginásio esportivo, Nélio Dias, que é situado nas confluências dos conjuntos residenciais, Santarém, Gramoré e Nova Natal, é o ponto de encontro da moçada. Nosso movimento tem nessa área várias militantes e no terreiro do ginásio divulgam a cultura indígena. Assim a peteca passou a ser levantado no Nélio Dias, ao som de palavras guaranis ao que se seguiu a instalação de um grupo de Estudos que foi visitado por uma dupla do Ocarusupitã e Igapó que participaram do estudo do idioma guarani, usando as cartilhas produzidas e editadas por estas dois  GEI.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

+ petecas.

   Jonas Guaçú, este rapagão, perrengue dos mais antigos, do Ocarusupitã, um dos sócios do finado Bar Eletro cana, além de ser o anfitrião das reuniões da segunda feira, tem usado seu filão comercial operando na área do artesanato, com as nossas petecas decoradas.
O poeta Abaeté, dono da Casa do Cordel, é outro que entrou “na onda” e vende na sua loja, as nossas petecas. A sua casa comercial, fina na Rua Vigário Bartolomeu, no Centro.
 Estamos também produzindo para o Amarelão e para a loja do Raul do João Redondo que é situada no Centro de Convivência da UFRN, e que vende artesanato.

Mova Brasil.

Jailsom Morais, coordenador do MOVA
   Os nossos Grupos de estudos indígenas é parceiro do Projeto Mova Brasil, desenvolvido pela Petrobrás e dessa forma articulou a turma indígena de Rio dos Índios, uma das três desse tipo, atendidas pelo projeto, nesse ano que passou. Além do Rio dos Índios (Ceara - Mirim) também houveram dos tipos da Lagoa de Tapará (Macaíba/São Gonçalo) e os tapuias janduis da localidade de Caboclos (Açu).
   Se valendo dessa “louverture”, o Ocarusupitã recorreu ao Articulador Social do dito projeto, solicitando uma doação de material para a confecção de apostilhas usada em nossos encontros, no que foi prontamente atendido e dessa forma imediatamente utilizado pelo grupo, para encadernação de algumas que a falta do material solicitado, ainda não estavam devidamente providas de capa.

Eucaliptos.

 Seguindo os encontros para estudos indígenas na Praça dos Eucaliptos, no bairro da Candelária, nas tardes de domingo. Nesta semana, apresar dos protestos contra a copa faxista e a conseqüente prisão de dois dos nossos perrengues ( Vitor  Pucavyva e Larissa Tapuinha) o encontro ocorreu sem maiores problemas e sem abordagens da polícia que varejava em torno do estádio em  busca de manifestantes, coisa que lembra o negros anos de ditadura, a qual a Capitão Mor do Brasil, Dilma Rusef tanto combateu, mas que parece ter aderido ao modelo, como se vê a truculência que hoje usa contra manifestantes, estudantes e índios.

Flagrantes da Cultura Indígena.

  
Acanguasu e os curumins potiguares;
Alguns livros produzidos para o cumprimento da lei 9.666/03, que obriga o ensino da Cultura Africana nas escolas brasileiras, apresentam costumes indígenas como se fossem africanos. O uso da mandioca é um deles. É ponto pacífico, que a origem americana dessa planta largamente consumida no Brasil desde muito antes da chegada dos europeus e africanos.
   Em recente visita a aldeia dos índios potiguares, fotografamos a farinhada do fim do ano, na aldeia São Francisco, onde nas deliciamos com beijus, curica (grude), pé de moleque, carimã, goma pra tapioca e farinha, com que fomos gentilmente presenteados pelo tuixá Djalma. Acompanhando o costumes tupis, retribuímos os mimos do tuixá, com panetones e petecas, havendo estes últimos causado grande alvoroços, já que sendo um brinquedo indígena, a gurizada fez imediatamente uma enorme roda para jogar a peteca.