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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cavaco chinês.

Impressionante é a resistência da cultura popular. Quando se pensa que certas coisas não existem mais, elas de repente aparecem. Estávamos no “Arraia do FJA” quando escutei mais um triângulo,  além do do trio de forró.... Olhando pro portão lá estava impávido; com seu tambor de flandres nas costas e tocando o seu tradicional triangulo com o qual se anuncia: o Vendedor de Cavaco Chinês.
Para lá nos dirigirmos para adquirir algumas folhas e puxar conversa. Era um caboclo de uma família que morra no cruzamento de Rio Doce com a estrada de Natal/Genipabu, que “veve” disso.


sábado, 8 de setembro de 2012

Parentes.

Seu Antonio e sua esposa
Antoi de Juvita Potiguara.

 Este é o segundo potiguara da Baia da Traição, com quem conversei. O primeiro nos topamos na Lagoa de Genipabu, onde nos arranchávamos e ele nos falou da aldeia dele. Resolvi então ir lá e chegando na T.I. fui aguarelar a igreja de São Miguel em ruínas, na aldeia que o potiguara me falou existir. Era 1982.    Foi onde me topei com Seu Ontoi... Ele veio me ver pintar trazendo melancia pra mim. Fotografei-o e botei na capa de minha cartilha e daí nasceu uma grande amizade.