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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Luciano Capistrano o palestrante funcionário da SEMURB


Mirante Zona Norte

Memorial dos Índios 

Potiguares

   Neste dia 12 de junho, o professor Luciano Capistrano, funcionário da SEMURB,  estará proferindo palestra no bairro de Igapó, sobre o projeto de construção  do Memorial dos Índios Potiguares / Mirante Zona Norte, uma homenagem à figura do Herói da Pátria (pela lei federal 12. 701/12), nascido em solo potiguar, Dom Antonio Felipe Camarão, fidalgo com duas comendas (Cruz de Cristo e Moinho de Source), Mestre de Campo do Terço e Governador dos Índios do Brasil, batizado à 13 de junho, dia de Santo Antônio de 1612 na Aldeia Velha de Igapó, local da obra projetada, hoje conhecida por Alto da Torre nas proximidades da Redinha. O local é o mais antigo sítio  histórico de Natal, uma vez que ali pela primeira vez, coabitaram potiguares e portugueses, chefiados por um índio caeté,  e onde foi construído a primeira capela da capitania, sendo ela consagrada a N. S. da Soledade, na qual o índio guarani Manoel de Morais da ordem dos jesuítas, batizou o chefe Potiguaçú, que recebeu o nome de Felipe Camarão e seu filho mais velho com este mesmo nome. Ele se tornaria nosso herói maior, visto que o seu feito mais glorioso, a vitória dos brasileiros sobre os holandeses na Batalha dos Guararapes, é tida como a estaca zero para a formação de nossa pátria, pois o exercito europeu era então o vencedor da Guerra dos 30 Anos, e seu comandante até então invicto. Contava com 5.000 homens , moderno armamento e todo aparato de guerra, soldados bem treinados e renumerados, enquanto que os soldados brasileiros eram voluntários, mal armados e somavam apenas 2.000 mas que derrotaram fragorosamente os protestantes, fazendo-os baterem em retirada ao final da tarde deixando no campo 2000 cadáveres enquanto que os brasileiros, na sua maioria índios, tiveram apenas 200 mortos, gerando enorme entusiasmo, o que fez daí nascer a ideia de tornar a colonia portuguesa, em um país independente,ideia manifestada já em 1712 em Olinda por Bernardo Viera, o que vale dizer que Felipe Camarão é um dos formadores da ideia de criação do Brasil. Por este motivo, para nos de Igapó, o dia do índio, 19 de abril é também o Dia do Brasil, visto que é também o dia da Batalha dos Guararapes, e Felipe Camarão, um dos Patriarcas da nossa nação, o que já o é, Patriarca do Exército Brasileiro.
   A palestra do Professor Capistrano acontecerá na Escola Municipal Irmã Arcângela, localizada na Rua São Pedro, nº 188, no bairro de Igapó, às 15 horas onde haverá também um concerto da Banda de Música da 17 Brigada de Infantaria Motorizada e logo após, uma visita ao local do futuro memorial que para tanto, a escola dispõe de um ônibus cedido pelo SETUR. Ali na Aldeia Velha será gravada uma entrevista do professor Aucides Sales para o programa televisivo, Conversando com Augusto Maranhão da TV União e simultaneamente, uma roda de peteca.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Balanço do Dia do Índio.


 
    A data escolhida pelo Marechal Rondam para o Dia do Índio é a mais acertada. É o mesmo dia no qual nasce o Exercito Brasileiro, na Batalha dos Guararapes. Este dia tão glorioso para nosso pais é muito pouco lembrado, mas me atrevo a dizer que este é o dia que se devia comemorou como o Dia do Brasil.
   Diz Fan Tsu na sua obra "A Arte Guerra” que um pais só existe se tiver exercito que lhe de garantia. A fragorosa derrota imposta as mais poderoso exercito europeu em Jaboatão dos Guararapes, presumo que deu ao nosso povo, a certeza do poder que tinha para se chamar de pais independente, por saber desse significado, nosso movimento tem tentado movimentar o cenário nesta data. Dessa forma tivemos atividades nas comunidades do Catú, na cidade de João Câmara, de Apodi e em Natal, havendo ainda atividades que se entenderam pela semana seguinte.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Objetivos Específicos.



·         Divulgar o heroísmo do índio potiguar Dom Antônio Felipe Camarão e a lei 12.701/2012 com as homenagens ao herói índio.
·         Colaborar para elevar a auto-estima dos alunos atendidos, portadores de descendência indígena.
·         Chamar a atenção dos atendidos, para a importância que teve a atuação de Felipe Camarão na Batalha dos Guararapes e o resultado dela para a formação da ideia da Pátria Brasileira.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Natal

Natal, 13 de Agosto de 2012 | Atualizado às 20:20

Felipe Camarão é o primeiro potiguar a ser considerado herói nacional

Publicação: 08 de Agosto de 2012 às 14:03
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O Diário Oficial da União da última terça (7) publicou a Lei nº 12.701 de 6 de agosto de 2012. A lei é responsável por inscrever nomes da história e cultura nordestina, os heróis da Batalha de Guararapes, no Livro dos Heróis da Pátria. Esses nomes incluem Felipe Camarão, tornando-o o primeiro norte-riograndense considerado herói nacional.

Também serão inclusos no Livro dos Heróis da Pátria os seguintes nomes: João Fernandes Vieira, Francisco Barreto de Menezes, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias e Antônio Dias Cardoso, além de Antônio Felipe Camarão. O livro fica guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília.

Para conseguir esta inscrição dos Herois da Batalha de Guararapes como heróis nacionais, o professor e pesquisador Alcides Sales junto ao Coronel Reis, Assessor Parlamentar da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada do Estado, que recebe a denominação histórica de Batalhão Felipe Camarão, precisaram procurar as três instâncias governamentais.

Em 2009 houve uma homenagem à Felipe Camarão com a Banda de Música da Brigada apresentando, pela primeira vez, o Dobrado Felipe Camarão composto pelo Cabo Jeferson. Após a apresentação e encontro com o professor, conseguiram, em 2009, tornar Felipe Camarão herói municipal. Em dezembro daquele ano o vereador Franklin Capistrano conseguiu a aprovação do seu projeto de lei.

Estimulado pela conquista, o Coronel Reis e o professor Alcides Soares, procuraram a Assembleia Legislativa para sugerir o projeto de lei que tornasse Felipe Camarão herói estadual. Em dezembro de 2010 o deputado estadual Hermano Moraes conseguiu também a aprovação do projeto. Logo, com a aprovação nas duas instâncias como herói reconhecido pelo governo, a procura de torná-lo herói nacional, Coronel Reis soube que Marcos Maciel, senador pelo Estado de Pernambuco, já estava com um projeto de lei, que pedia os Heróis da Batalha de Guararapes (que aconteceu na época do Brasil Colônia no Estado de Pernambuco), a ser debatido no Congresso.

Escrito o projeto de lei, os senadores aprovaram a inclusão dos nomes da Batalha de Guararapes no Livro dos Heróis da Pátria, tornando Felipe Camarão o primeiro potiguar a ser considerado herói nacional, além das instâncias municipais e estaduais, junto aos demais heróis da Batalha de Guararapes, heróis nacionais.

palestra sobre a Batalha dos Guararapes na Irmã Arcângela

    o Tenente Halley proferiu brilhante palestra sobre a Batalha dos Guararapes e a formação do Exército Brasileiro assim como funciona a Brigada Felipe Camarão e a importância deste personagem para a história do Brasil e para o povo de Igapó além da participação da Escola Irmã Arcângela no processo de elevação do igapoense ao estatus de herói nacional, estadual e municipal.

domingo, 12 de agosto de 2012

Palestra sobre Batalha dos Guararapes na I Arcângela

Cena da Batalha dos Guararapes retratada por anonimo por encomenda de F. Vieira.

  

  Amanhã, na Escola Municipal Irmã Arcângela, haverá uma palestra sobre a Batalha dos Guararapes e sua importância para o povo de Igapó que diariamente vê esta palavra nos ônibus que transportam os operários desta renomada fábrica de confecções. O Coronel Gaier será o palestrante e vai expor a importância deste episódio para o povo potiguar, em especial para os moradores de Igapó, bairro onde viveu sua infância o agora HERÓI NACIONAL, Dom Antonio Felipe Camarão o qual obteve esse título por sua participação na BATALHA DOS GUARARAPES a frente dos índios que formavam a maioria dos combatentes.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

camarão, herói nacional!!!!


Escultura de Eri Medeiros
    Foi publicado ontem, no Diário Oficial da União: lei 12.701 de 06 de agosto . A Presidenta manda inscrever no Livro dos Heróis da Pátria depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tranquedo Neves, o nome de Antonio Felipe Camarão e demais comandantes das tropas brasileiras que participaram da Batalha dos Guararapes, no dia 19 de abril de 1648.

domingo, 8 de julho de 2012

ta na INTERNET


Cortejo homenageou 359 anos de morte de Felipe Camarão

Alunos do 4º e 5º ano da Escola Estadual Clara Camarão visitaram rua e palácio que levam nome do herói indígena.

Por Vinícius Menna
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Vlademir Alexandre

Alunos com instrumentos musicais indígenas.
Por enquanto, é só um ensaio. Os 359 anos de morte do herói indígena Felipe Camarão foi objeto de homenagem dos alunos da Escola Estadual Clara Camarão, que leva o nome da mulher do personagem da História norte-rio-grandense.

Segundo explica o pesquisador Aucides Sales, do Centro Juvenal Lamartine, da Fundação José Augusto, este ano a celebração é apenas um ensaio para o próximo ano, em que se completa 360 anos de morte do herói.

Munidos de instrumentos musicais indígenas, os alunos da Escola Clara Camarão, escoltados por batedores da STTU, foram trilhando a Rua Felipe Camarão, no centro da cidade, na sexta-feira passada (24), percorrendo trajeto até a Potylivros, local em que foi armada uma pequena mesa com comidas de origem indígena.

"O Movimento Indígena Potigua pediu à Fundação José Augusto para tomar conta do projeto. É um ensaio para o próximo ano, quando vamos fazer um negócio maior", conta Aucides.

Faixa homeageia Felipe CamarãoAlém de experimentarem as delícias em frente à Potylivros, loja que faz no nome uma alusão ao lider  indígena, originalmente chamado Poti ou Potiguaçu, as crianças puderam visitar o palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura Municipal do Natal.

Na Prefeitura, uma exposição fotográfica esperava por eles, com imagens feitas por Lenilton Lima em comunidades de remanescentes indígenas do Rio Grande do Norte. "A exposição é fruto do trabalho em visitas às comunidades no interior. Temos trabalhos junto à Secretaria de Educação de Canguaretama, na comunidade Catu, com a Escola Estadual José Lino da Silva", diz o pesquisador da FJA.

Enquanto a mesa de quitutes é preparada em meio aos olhos curiosos das crianças, o pesquisador revela que há um grupo de estudos indígenas pesquisando a história do Rio Grande do Norte a partir dos primeiros habitantes.

O Movimento Indígena Potigua, por meio do Centro de Estudos Indígenas de Igapó, pesquisa a língua guarani e tupi e tudo que cerca essa cultura, como as artes, dança e o canto. "O Movimento é financiado pelo Centro Cultural Augusto Maranhão e quem executa é o Centro de Estudos Indígenas de Igapó", comenta Aucides.

Além do cortejo, no bairro Felipe Camarão, festejos em nome do herói da Batalha dos Guararapes ocorriam no momento da celebração, no Centro da cidade. Os moradores lembravam nesta data o homem que deu nome ao bairro.

Em meio às baforadas de charuto, o pesquisador regia os preparativos para a mesa de receitas indígenas. E ainda tinha tempo para contar que, todos os sábados, no Sebo Cata Livros, no Centro, há uma reunião do grupo de estudos das línguas guarani e tupi às 11h e às 13h, organizado pelo Movimento Potigua.

Aluá é servido em frente à mesa colorida.A mesa colorida ficou pronta. Era hora de deliciar-se com as comidas que os originais habitantes destas paragens inventaram e que até hoje permanecem no cardápio da cultura nodestina. E então, os alunos começaram a degustação.

Foram servidas tapiocas, paçoca, pipoca, milho, camarão, cauim – bebida fermentada de caju – e bolo preto. Além disso, uma iguaria em especial foi posta à mesa. Era o aluá, bebida refrescante feita de farinha de arroz (ou farinha de milho) ou de cascas de frutas (especialmente abacaxi, raiz de gengibre esmagada ou ralada), açúcar ou caldo de cana e sumo de limão. Também chamada de aruá.

Os alunos da Escola Estadual Clara Camarão se esbaldaram com os quitutes. Aucides finalmente decansou o charuto e deu vez ao aluá. Serviu-se com uma concha feita artesanalmente em um copo plástico e sorveu a bebida.

Greve atrapalha a homenagem

Apesar dos esforços dos organizadores, os alunos celebraram o aniversário de morte do herói indígena pela metade. Segundo Sales, a intenção do projeto era levar as crianças para conhecer as comunidades indígenas, no interior, mas o passeio não foi possível.

Por causa da greve dos professores do Estado, a paralisação das aulas encurtou o tempo para organizar as visitas e somente no próximo ano, algo mais elaborado poderá ser feito para que a cultura indígena seja melhor passada às novas gerações potiguares.

Memória
Antônio Filipe Camarão foi um indígena brasileiro da tribo potiguar, nascido no início do século 17 em Igapó, Natal, na então Capitania do Rio Grande. O nome de nascença dele era Poti ou Potiguaçu, que significa camarão. Ao ser batizado e convertido ao catolicismo em 1614, recebeu o nome de Antônio e adotou Filipe Camarão em homenagem ao soberano D. Filipe II (1598-1621).

Nas invasões holandesas ao Brasil, auxiliou a resistência organizada por Matias de Albuquerque desde 1630, como voluntário para a reconquista de Olinda e do Recife. À frente dos guerreiros da tribo dele, organizou ações de guerrilha que se revelaram essenciais para conter o avanço dos invasores.

Faleceu no Arraial (novo) do Bom Jesus (Pernambuco), em 24 de agosto de 1648, em conseqüência de ferimentos sofridos no mês anterior, durante a Batalha dos Guararapes. Após a sua morte, foi sucedido no comando dos soldados insurgentes indígenas por seu sobrinho D. Diogo Pinheiro Camarão.

Além da rua por onde passaram os alunos do quarto e quinto ano, o Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura de Natal, e o bairro de mesmo nome, são homenagens à sua bravura. Há ainda outro tributo, prestado pelo Exército Brasileiro, que nomeou a Sétima Brigada de Infantaria Motorizada como Brigada Felipe Camarão.

Grafia
O nome do líder indígena é comumente grafado Antônio Felipe Camarão, mas o correto é "Filipe", escrito segundo a antiga norma ortográfica da língua portuguesa.